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01 The Sea- Calm

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Prazos

De 14 de Fevereiro a 10 de Março.
Não deixe de participar!
Dê a sua sugestão, apresente a sua proposta.


Regulamento e Formulário

Faça aqui o download do regulamento e do formulário de participação.


Finalmente! Orçamento Participativo em Alverca

Não deixe de Participar! Apesar de muitos contratempos, Alverca vai ter orçamento participativo. Leia o regulamento. Faça o download do regulamento e do formulário de participação.

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Orçamento Participativo - Não deixe de participar na elaboração do orçamento da sua freguesia! Apresente a sua sugestão.

Consulte o Regulamento aqui


        
       Divulgação – Início imediato e até ao fim do período de apresentação de propostas;
       De 18 de Outubro a 12 de Novembro – Apresentação de propostas dos
cidadãos.
       De 12 a 26 de Novembro – Apreciação e selecção até 10 sugestões que irão ser colocadas a votação popular.
      Entre 29 de Novembro e 3 de Dezembro– Ampla divulgação e realização de uma Assembleia Popular na qual se fará a apresentação das propostas seleccionadas e votação das mesmas.

Montante a destinar para a parte participativa do orçamento:
  • 10 % do Investimento
A responsabilidade de orçamentar as propostas apresentadas para definir a sua exequibilidade financeira será da Comissão e do Executivo.

Procedimentos:
Divulgação: A divulgação deverá ser feita através de meios diversificados para abarcar todos os eleitores, nomeadamente através da:
  • internet;
  • Comunicação Social local e regional;
  • Distribuição do Regulamento pelas caixas postais
  • Realização de uma sessão de esclarecimento se necessário e oportuno;
Participação dos munícipes – Os cidadãos poderão entregar as suas sugestões:
  • através da internet, via email criado para o efeito no servidor da Junta de freguesia;
  • através de correio dirigido à Comissão de Regulamentação do Orçamento Participativo, para a morada da sede da Junta de Freguesia, contando para o cumprimento de prazos a data do carimbo de correio;
  • Entregar em mãos na sede da Junta de Freguesia;
  • Inserir numa caixa de sugestões, criada exclusivamente para o efeito e colocada no exterior da sede da Junta de Freguesia, junto à porta principal, possibilitando assim a participação fora do horário do expediente;
Selecção:
       Findo o prazo de participação, a Comissão apreciará as sugestões e, de entre todas, seleccionará as que obedecerem aos seguintes critérios:
  • exequibilidade
  • compatibilidade com o orçamento disponível
  • interesse público
       As propostas que forem equivalentes poderão ser fundidas.
Votação: Findo o prazo de selecção, convocar-se-á, recorrendo aos meios
anteriormente utilizados para a divulgação da abertura da participação e regulamento da mesma, uma assembleia popular a concretizar-se em espaço amplo na qual se apresentarão as propostas seleccionadas, se fará um apreciação das mesmas e se procederá à sua votação.

Os resultados finais serão incluídos no Orçamento para o ano 2011.


Moção - Contra a Interrupção do Programa de Empréstimo de Manuais Escolares

Moção




Em Assembleia Ordinária de 18 de Junho do corrente ano, o Bloco de Esquerda apresentou uma moção em defesa da manutenção do programa de empréstimo dos manuais escolares que a Câmara Municipal havia iniciado, aquando da implementação das “13 Novas Medidas Municipais de Combate aos efeitos da crise nas famílias” , apresentadas num documento datado de 3 de Abril de 2009.

A referida Moção foi aprovada por unanimidade dos presentes o que significa que todas as forças partidárias aqui representadas reconhecem a importância, o valor e a necessidade da prática desta medida, bem como o direito, consignado na constituição, de acesso a uma Escola Pública laica, obrigatória, gratuita e universal.

Porém, e por decisão de um vereador, esta prática foi interrompida, apesar das manifestações favoráveis à sua manutenção e da continuidade e futuro agravamento da crise que afecta todas as famílias portuguesas, particularmente as mais carenciadas.

Por esta razão, a Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo, reunida em sessão ordinária a 30 de Setembro de 2010, manifesta o seu repúdio por tal acto revelador de políticas sem sensibilidade social e que não previligia os direitos a uma educação pública gratuita.


Caso seja aprovada, esta Moção deverá ser enviada à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, aos Agrupamentos de Escolas e Associações de Pais do concelho, à Fapxira, à comunicação social regional e deverá ser publicada em dois jornais da região.



Moção apresentada pela bancada do Bloco de Esquerda.


Assembleia de Freguesia - 30 de Setembro

No passado dia 30 de Setembro, pelas 21h30, na SFRA realizou-se uma sessão ordinária da Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo.

O Bloco de Esquerda, porque sempre se identifica com os problemas que afectam a população e não se esquece que Alverca não é só o centro urbano, levou à Assembleia problemas e queixas dos moradores da Quinta do Casal das Areias e da Verdelha de Baixo.

Apresentámos uma Moção de repúdio pela interrupção do programa de empréstimo dos manuais escolares, tendo a mesma sido aprovada por maioria, com os votos contra do Partido Socialista.

Finalmente, vai arrancar o processo que vai permitir que os alverquenses participem mais activamente na vida da sua terra. Os cidadãos de Alverca vão poder apresentar sugestões sobre a forma como pretendem que o seu dinheiro seja aplicado. O Orçamento Participativo vai ser uma realidade, já no próximo ano. Não deixe de participar! Dê a sua sugestão.

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Assembleia de Freguesia - 18 de Junho de 2010, 21h30 - Casa do Povo de Arcena


Moção "Em defesa do serviço público de transportes ferroviários"

Esta moção, onde defendemos a nossa posição contra a privatização das linhas da CP, foi aprovada com 8 votos a favor, 2 abstenções e 7 votos contra, após o uso do voto de qualidade pelo presidente da mesa. Inicialmente a votação tinha sido a seguinte: 7 votos a favor - 1 do BE e 6 da CDU, 3 abstenções do Novo Rumo e 7 votos contra do PS. O empate verificado implicou o voto de qualidade, já referido, tendo o mesmo sido a favor.
Ficámos a saber que o PS é a favor da privatização desta linha e, consequentemente, de todas as suas implicações, nomeadamente o aumento do preço dos bilhetes para os utentes e a diminuição dos direitos dos trabalhadores.

Em defesa do serviço público de transportes ferroviários

MOÇÃO

Considerando que:

- O Plano de Estabilidade e Crescimento, apresentado pelo governo português em Bruxelas, contempla a privatização de diversos sectores e empresas públicas, entre as quais a EMEF, a CP Carga e algumas linhas lucrativas da CP, como é o caso da linha da Azambuja;

-O sector ferroviário é tradicionalmente público, mesmo em regimes conservadores, pois essa é a única forma de garantir a homogeneidade dos transportes e comunicações no conjunto do território nacional e o acesso às mesmas, em particular nas áreas metropolitanas, onde Alverca do Ribatejo se inclui;

- As experiências neoliberais de privatização do sector ferroviário, nomeadamente em Inglaterra no governo Thatcher, produziram resultados desastrosos até em termos de segurança, tendo custado muitas vidas humanas;

- A submissão estratégica dum sector vital para o desenvolvimento regional equilibrado e sustentável a objectivos de lucro rápido e imediato traduzir-se-á, inevitavelmente, no aumento do preço dos bilhetes e no fim dos passes sociais;

- O nosso concelho, e particularmente a nossa cidade, é bastante dependente do transporte ferroviário, dado o enorme fluxo diário de utentes dos comboios urbanos e regionais;


A Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo, reunida em sessão ordinária a 18 de Junho de 2010, manifesta a oposição frontal às medidas gravosas constantes do PEC, em especial à ameaça de privatização do sector ferroviário.


Caso seja aprovada, esta Moção deverá ser enviada à Presidência da República, Ministérios da Economia, das Obras Públicas Transportes e Comunicações, Governo Civil de Lisboa, Presidente da Assembleia da República e Grupos Parlamentares, Administração e Sindicatos dos Trabalhadores da CP e EMEF, comunicação social nacional e regional e publicada em dois jornais da região.


Moção apresentada pela bancada do Bloco de Esquerda


Moção "Em defesa da manutenção do empréstimo dos manuais escolares"

Esta moção foi aprovada com 17 votos a favor, ou seja, por unanimidade dos presentes.

Em defesa da manutenção do empréstimo dos manuais escolares

MOÇÃO

Considerando:

a obrigatoriedade do ensino básico em Portugal, do pré-escolar ao 12º ano;

que o empréstimo dos manuais escolares por parte da Câmara Municipal, no ano lectivo que agora finda, permitiu a muitas famílias a redução dos encargos com os seus educandos;

a actual conjuntura económica e social das populações em geral e do nosso concelho em particular;

o agravamento da crise económica em consequência dos cortes nos apoios sociais com o alegado objectivo de diminuir o défice público;

o aumento do endividamento familiar devido aos referidos cortes;

ser esta apenas uma medida economicista e existirem outras formas de redução da despesa municipal;



A Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo, reunida em sessão ordinária a 18 de Junho de 2010, manifesta a oposição à intenção da Câmara Municipal em interromper o referido programa de empréstimo, sem o substituir por outra medida semelhante.


Caso seja aprovada, esta Moção deverá ser enviada à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, aos Agrupamentos de Escolas e Associações de Pais do concelho, à Fapxira, à comunicação social regional e deverá ser publicada em dois jornais da região.



Moção apresentada pela bancada do Bloco de Esquerda

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Assembleia de Freguesia - 18 de Junho de 2010

A 18 de Junho de 2010, pelas 21h30, na Casa do Povo de Arcena, realizou-se mais uma reunião ordinária da Assembleia de Freguesia de Alverca.

O Bloco de Esquerda apresentou duas moções, tendo as duas sido aprovadas.


Assembleia de Freguesia - 16 de Abril de 2010

No passado dia 16 de Abril, pelas 21h30, realizou-se na Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense, SFRA, uma reunião ordinária da Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo.
Como habitualmente, o Bloco de Esquerda marcou presença através das sua eleita.
No período de antes da Ordem do Dia, o BE iniciou a sua intervenção congratulando o executivo pela sua iniciativa de substituir o papel pela informação electrónica. Embora o impulsionador da implementação desta medida possa ter sido meramente economicista, o ambiente agradece. E nós também.
Seguidamente, a nossa eleita apresentou à Assembleia em geral e ao Executivo em particular, as questões e problemas que haviam sido colocadas por habitantes de zonas da nossa freguesia que, pela distância em relação ao centro, têm tendência a sofrer de algum esquecimento. Nomeadamente, A-dos-Potes, Casal das Areias e A-dos-Melros. O Bloco esteve lá, ouviu as pessoas e constatou alguns factos. Serviu de intermediário entre os habitantes e o poder local para que os primeiros possam recordar os segundos de quais as suas necessidades, muitas vezes prometidas em campanha e poucas vezes cumpridas depois.

Ainda neste ponto e na sequência da moção que propõe a introdução do Orçamento Participativo para a nossa freguesia, aprovada em Assembleia anterior, o Bloco de Esquerda apresentou uma proposta que visa a criação de uma Comissão para acompanhamento desse acto. Esta foi aprovada por unanimidade, com declaração de voto da Coligação Novo Rumo e do Partido Socialista.

Já na Ordem do Dia, o BE indagou sobre as informações prestadas acerca da actividade do senhor presidente, querendo saber um pouco mais sobre as visitas que o mesmo tinha efectuado, as reuniões em que tinha participado e os protocolos que haviam sido assinados.

No tocante às contas, o BE questionou sobre alguns pontos que lhe suscitavam dúvidas. Após as explicações, tendo continuado com as mesmas dúvidas, votou contra.

O novo Regimento da Assembleia de Freguesia foi aprovado com a introdução de algumas alterações, nomeadamente as propostas pelo BE que dizem respeito à publicação das actas e à ampla divulgação da realização das Assembleias.

Mesmo em minoria, o BE já conseguiu introduzir uma grande e forte inovação em Alverca: O Orçamento Participativo. Agora, os cidadãos também têm voz.

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Proposta para Criação de Comissão


Proposta

Na sessão ordinária realizada em 28 de Dezembro de 2009, a Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo aprovou, através de uma moção apresentada pela bancada do Bloco de Esquerda, a elaboração de orçamentos participativos para esta Freguesia, a partir do próximo, referente a 2011.
Torna-se agora necessário definir a forma concreta que tomará a participação dos cidadãos e a sua calendarização.
Assim, a bancada do Bloco de esquerda propõe a esta Assembleia a criação de uma comissão, constituída por um elemento de cada bancada, que elaborará uma proposta de regulamentação da elaboração do orçamento participativo, a ser apresentada, discutida e votada na próxima sessão ordinária da Assembleia de Freguesia, focando, em particular, as seguintes questões:
Modo e meios (físicos, electrónicos) como serão apresentadas as propostas, pelos cidadãos;
Tratamento a dar às propostas recebidas (verificação de duplicações, legalidade, exequibilidade, competência, etc.);
Sistema de votação para ordenação das propostas;
Critérios para a determinação da fracção do Orçamento a disponibilizar para execução das propostas aprovadas
Calendário das acções referidas acima.

Proposta apresentada pela Bancada do Bloco de Esquerda, em Sessão Ordinária da Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo, em 16 de Abril de 2010





O discurso de abertura. Não deixem de ler!


À entrada do Ribatejo encontramos o concelho de Vila Franca de Xira, onde nos encontramos reunidos. Bem distante, na zona norte da Dinamarca, encontra-se a cidade de Aalborg. Estes dois locais tem em comum um documento, chamado Carta de Aalborg, que várias cidades europeias assinaram e ao qual aderiram no decorrer do ano de 1994. A 11 de Maio de 2005, Vila Franca de Xira tornou-se signatária do mesmo documento, comprometendo-se a aplicar os princípios que regem a Carta das Cidades Europeias para a Sustentabilidade.
Este documento apresenta directrizes a nível ambiental, considerando que a promoção da qualidade ambiental é um garante, ou pelo menos uma via para atingir uma maior qualidade de vida para as populações. O estilo de vida marcadamente urbano que se vive em todos os grandes espaços urbanos da Europa é responsável pelos danos ambientais crescentes que pesam sobre o planeta. A necessidade de as populações se deslocarem muitos quilómetros para um local de trabalho, tendo de regressar ao fim do dia, apresenta-se como uma causa de muitos dos problemas que caracterizam a vida urbana moderna: poluição atmosférica, sonora, complicações do sistema nervoso e perda de tempo diário que, abertamente, não está a ser aproveitado pelas populações para o seu bem-estar.
As cidades signatárias da Carta de Aalborg comprometeram-se a manter e preservar o capital natural ainda existente no seu território, promover o seu crescimento e aumentar o rendimento final dos produtos, por exemplo com a construção de edifícios energicamente eficientes ou transportes públicos ecológicos. Uma cidade que assine a Carta de Aalborg está a comprometer-se a enveredar por políticas que fomentem a justiça social, as economias sustentáveis e a sustentabilidade ambiental, sendo que estes três aspectos se associam em variados elos. Para uma cidade sustentável, tal como escrito na Carta, é indispensável a redução da mobilidade forçada em fluxos pendulares e do uso desnecessário de veículos motorizados, sendo dada prioridade aos transportes públicos e, se possível, ecológicos.
A Carta de Aalborg refere ainda que os adultos de hoje devem reunir esforços para que não transmitam para as gerações futuras os seus problemas com o ambiente ou qualidade de vida. Cinco anos após a adesão de Vila Franca de Xira e do seu concelho a este compromisso de nível europeu, que mudanças na mobilidade, na conservação da natureza, na redução de emissões, podemos encontrar no nosso concelho? Onde está a tão prometida diversificação de funções e de actividades existentes no concelho, e a criação de emprego dentro das fronteiras do município? Cada vez mais as cidades de Alverca e Póvoa de Santa Iria constituem grandes dormitórios que abastecem, dia após dia, a cidade de Lisboa de trabalhadores. A cidade de Vila Franca de Xira assiste, mês após mês, à morte do comércio local e ao esvaziamento de funções do centro da cidade. E nós, jovens deste concelho, é esta situação que vamos herdar.
Daqui a dez anos, todos nós teremos completado o nível de ensino que desejamos, e estaremos na altura de constituir família, e construir uma vida estável, com emprego assegurado. E Vila Franca de Xira, para um número crescente de jovens, não responde a todas essas expectativas dos mais novos: falta a este concelho empregos especializados, infraestruturas de lazer que outrora tivemos, transportes mais frequentes e mais eficientes do ponto de vista ambiental. A uma cidade de vinte mil habitantes, como é a Póvoa de Santa Iria, falta uma escola secundária, e todos os seus jovens precisam de se deslocar para completar aquilo que é hoje o ensino obrigatório. Um espaço urbano como Vialonga, com cerca de 13 mil habitantes, não possui nenhum sistema de transportes públicos que o ligue a Lisboa, onde uma grande parte da população precisa de trabalhar. Em todo o concelho os centros de saúde e o hospital distrital não possuem as condições físicas e humanas para responder às necessidades da população em crescimento. Em toda a zona norte da Área Metropolitana de Lisboa, Vila Franca de Xira é o único município que não possui nenhuma escola ou instituto de ensino superior. O Museu do Ar, que durante tantos anos distinguiu o nosso concelho, é já assunto de negociações e será transferido para o concelho de Sintra. O complexo residencial da Malva Rosa, em Alverca, para onde foram prometidos hotel e clínica, revelou-se mais um projecto megalómano de cariz meramente residencial. Para alguém se deslocar entre Alverca ou Póvoa e a capital do concelho, o único meio de transporte verdadeiramente amigo do ambiente é o comboio, que em certos dias só circula de hora a hora.
Até quando nós, jovens, teremos gosto em viver num concelho com estas carências, sem sequer vermos algum esforço no incremento da qualidade de vida que vemos existir em concelhos tão próximos?
Este debate que aqui organizámos, tem o intuito de despertar os jovens do concelho para os direitos que possuem, e a distância a que eles estão da realidade efectiva em que todos residimos. O que falta a este concelho para ser atractivo aos mais jovens? O que podemos nós esperar deste concelho? Qual é o nosso papel, como geração seguinte, nesta cidade e neste nosso espaço? Que reivindicações temos e que voz queremos fazer ouvir?

João Fernandes


O concelho de Vila Franca de Xira apresenta variadas carências que não são vistas em concelhos próximos, e a sua população enfrenta lutas por direitos que outras já vêem garantidos. Um debate de jovens e um encontro de ideias para melhorar o nosso concelho precisa-se, e o Bloco de Esquerda de Alverca organiza-o já em Março.

Há poucos anos, cada uma das salas de cinema da cidade de Vila Franca de Xira fechou portas, privando a população de um dos locais culturais a que as exigências da vida moderna dão mais valor. Vários anos antes, já a cidade de Alverca ficara desprovida da única sala de cinema onde os alverquenses podiam desfrutar um filme e onde várias famílias procuravam planos para finais de tarde, serões ou fins-de-semana. E hoje, às várias dezenas de habitantes do concelho de Vila Franca de Xira, o que resta fazer quando surge o desejo de ver um bom filme tão anunciado ou simplesmente de se desligar, por umas horas, do ritmo inquieto da vida actual? A solução é arrancar pela estrada, ou seguir num dos comboios (por vezes tão raros) que ligam a um outro município, onde ainda subsistam ou proliferem áreas de cultura e lazer onde passar os tempos de ócio.

O Bloco de Esquerda do concelho não se compraz, e tão-pouco se satisfaz com uma situação como esta que se repete em tantos assuntos quantos aqueles em que poderíamos pensar: ausência de ensino secundário em pólos habitacionais importantes, como a Póvoa de Santa Iria; a falta de espaços vastos e acessíveis a todos onde seja possível gozar a natureza ou praticar desporto ao ar livre; as poucas condições de circular de bicicleta no concelho; a vacuidade de instituições de ensino superior dentro das fronteiras do município; ou a inexistência de um teatro profissional, com actuações e exibições relativamente frequentes e a insuficiência patente de tantos outros serviços de proximidade de que a nossa população carece. Olhando em redor, para concelhos tão próximos como Loures, Lisboa, Oeiras, Sintra, Almada ou Amadora, em que a vida moderna parece dispor de mais comodidades e serviços necessários, é frequente assistirmos a quem, vivendo neste concelho, ambicione mudar a sua residência para onde possa viver melhor e mais próximo de tudo o que precisa e de que usufrui.

É neste âmbito que o Bloco de Esquerda prepara uma iniciativa inovadora e com um propósito muito concreto e definido: reunir jovens, entre os 15 e os 25 anos, residentes no concelho, e que esperem por condições melhores de vida – condições para viver neste concelho, condições para constituir família neste concelho, condições para trabalhar neste concelho – e que estejam conscientes do trabalho e da mobilização a que um esforço de incremento do nível de vida obriga. Queremos que os jovens do concelho se pronunciem e que ganhem voz, para mostrar aquilo que querem ter e a que têm direito. Este é o momento de assumir a vontade de pertencer, com todos os direitos presumivelmente inerentes, a uma Área Metropolitana: se tens a idade exigida e se tens algo a dizer sobre esta problemática, é a hora de ajudares a desenhar o plano para desenvolver o concelho nos próximos dez anos, para que em 2020, ao contrário de 2010, este seja um espaço que cative população não apenas por se situar próximo da capital, mas por ser um lugar reconhecido pela sua qualidade de vida em todos os aspectos.


Assembleia de Freguesia de 28/12/09

No dia 28 de Dezembro realizou-se uma sessão ordinária da Assembleia de Freguesia de Alverca. Da ordem de trabalhos constava a segunda revisão ao orçamento de receita, despesa, PPA e PPI de 2009 e ainda o Orçamento de Receita e de Despesa e planos PPA e PPI para 2010.

O Bloco de Esquerda marcou as suas posições relativamente a estes assuntos, tendo-se abstido quanto à Revisão e votado contra o Orçamento. Fizemos uma análise comparativa entre o Orçamento de 2009 e o de 2010 em alguns pontos que nos pareceram importantes e discordantes entre si.

No período de antes da Ordem do Dia apresentámos duas moções em consonância com as nossos ideias, indo de encontro às medidas que havíamos proposto durante a campanha eleitoral.

A moção na qual propúnhamos a introdução do Orçamento Participativo foi aprovada, com os votos contra do Partido Socialista e votos favoráveis das restantes forças políticas representadas na Assembleia: BE, CDU e Coligação Novo Rumo.

A moção de Rejeição à construção do mega empreendimento "Parque Ribatejo Alverca" não foi aprovada, tendo recebido apenas os votos favoráveis do BE e da CDU.

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Orçamento Participativo

A bancada do Bloco de Esquerda na Assembleia de Freguesia de Alverca do
Ribatejo, em Sessão Ordinária de 28 de Dezembro de 2009, apresenta para discussão
e votação a seguinte moção:
Moção
O Bloco de Esquerda propõe a esta Assembleia e ao executivo da Junta de Freguesia,
que, a partir do próximo Orçamento da Freguesia de Alverca, este seja participativo,
proporcionando à sua população a capacidade de se poder pronunciar sobre o que
considera mais relevante para a sua freguesia e/ou sobre um conjunto de propostas de
investimento sugeridas pelo executivo, colocando-o em discussão pública e
estabelecendo um período durante o qual a população procederá à sua análise e
apresentará sugestões para a sua aplicação.

Moção apresentada pela Bancada do Bloco de Esquerda, em Sessão Ordinária da Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo, a 28 de Dezembro de 2009

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Moção de Rejeição à Construção do Parque Ribatejo Alverca

A bancada do Bloco de Esquerda na Assembleia de Freguesia de Alverca do Ribatejo, em Sessão
Ordinária de 28 de Dezembro de 2009, apresenta para discussão e votação a seguinte moção:
Moção
Rejeição Parque Ribatejo Alverca
Considerando:
● estar actualmente em discussão pública o Plano de Pormenor do Parque Ribatejo Alverca
(PPPRA), um centro comercial a construir na zona do Casal das Areias, em Alverca do
Ribatejo;
● que o referido Plano de Pormenor, como instrumento de gestão territorial, deveria ter sido
elaborado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira (CMVFX);
● que este Plano de Pormenor foi, na realidade, elaborado pelo promotor do projecto
imobiliário, o que contraria todas as boas práticas de ordenamento do território e põe em
causa as competências das autarquias nesta matéria;
● que a recente revisão do Plano Director Municipal de Vila Franca de Xira (PDM) alterou a
classificação do solo onde será implantado este mega-empreendimento, excluindo parte do
mesmo da REN (Reserva Ecológica Nacional), invocando como motivo para tal alteração o
alegado interesse deste projecto, enquanto o PPPRA invoca esta prevista alteração, antes de
a mesma ter sido aprovada, para justificar a construção do empreendimento neste local, o
que constitui um círculo vicioso inaceitável;
● que este seria, caso se concretizasse a sua construção, o terceiro projecto com estas
características numa área reduzida (os outros seriam o Fórum Alverca e do Alverca Retail
Park), excedendo em muito a média nacional, sem que este aspecto tenha sido levado em
conta no PPPRA;
● que a alegada criação de postos de trabalho se traduz, essencialmente, em emprego precário
e pouco qualificado e não contabiliza os postos de trabalho perdidos no comércio
tradicional;
● que a implantação deste empreendimento aumentará os problemas de tráfego no nó de
Alverca e rotundas associadas, já congestionadas;
● que o modo de acesso previsto ao empreendimento é, principalmente, a viatura particular,
com o consequente aumento das emissões de carbono, quando existe uma intenção, a nível
mundial, de as reduzir;
● que o nível de ruído previsto no local, depois da construção do empreendimento, ultrapassa
em vários pontos os valores máximos admitidos;
● que a zona onde se pretende construir o centro comercial é atravessado por linhas de alta e
muito alta tensão, cujos efeitos sobre a saúde humana não estão ainda completamente
estudados, existindo ainda o risco da queda dos postes e linhas sobre o edifício,
A bancada do Bloco de Esquerda manifesta a sua total oposição à concretização deste projecto
exigindo às entidades competentes, em particular à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, a
não aprovação do mesmo.

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Discurso de Maria do Carmo Dias na tomada de posse como membro da Assembleia de Freguesia de Alverca

Boa noite.
Antes de mais, quero agradecer à Assembleia cessante, em particular à minha antecessora nesta bancada, Olga Bettencourt, pelo trabalho desenvolvido.

Hoje estamos aqui porque há 35 anos atrás conquistámos este direito, fruto da revolução de Abril e consequência do regime democrático que entrou em vigor. Todos os cidadãos têm o direito de escolher, através do voto, os seus representantes e políticas orientadoras. Ao fazê-lo, conferem-lhes poder deliberativo e executivo. Esta delegação de poderes reveste-se de uma enorme importância e responsabilidade que deve ser traduzida no cumprimento das propostas apresentadas e no uso das competências conferidas aos eleitos que constituem a Assembleia de Freguesia. Esta, tem a responsabilidade de fiscalizar os actos da Junta de Freguesia, que deverá cumprir as deliberações propostas e aprovadas pela Assembleia. Tem, também, a obrigatoriedade de se pronunciar sobre assuntos de interesse para a Freguesia, mesmo que a sua resolução seja da responsabilidade de outras entidades. A falta de competência deliberativa não pode justificar concordância tácita por inacção. Pode-se protestar e recomendar. O funcionamento da assembleia não pode ficar escravo de jogos partidários que nada têm a ver com os legítimos interesses da população.
Contudo, o uso destas competências não pode fazer esquecer que, apesar de eleita pelo povo, esta assembleia não se sobrepõe a ele nem o substitui. Os representantes eleitos não podem julgar que são detentores de todo o poder e que os cidadãos deixam de ter voz activa, só porque foram eleitos para os representar. A democracia não se esgota nas eleições. É fundamental promover a participação dos cidadãos nas decisões que lhes dizem respeito. Esta participação manifesta-se sob várias formas. Uma delas, é a participação na decisão sobre o destino dos dinheiros públicos.
A promoção da participação passa, também, por facilitar a presença dos cidadãos nas sessões da assembleia, convocando as mesmas para dias e horas que não se tornem impeditivos dessa presença. Por exemplo, fora do horário laboral da maioria dos cidadãos e com ampla divulgação.

Não pretendo nesta comunicação fazer a exposição de todos os compromissos que o Bloco assumiu aquando da sua candidatura, mas posso e devo afirmar que podem contar com o BE para o incremento da participação cívica dos Alverquenses, para promover a reabilitação urbana, para implementar mecanismos que aumentem a transparência da gestão autárquica e para reclamar o direito dos cidadãos à mobilidade pedonal e ciclável.

Mas, não contem com o BE para o caciquismo, o despesismo, a descaracterização de Alverca, a destruição da frente ribeirinha e para a aniquilação do tecido económico local com a construção e aprovação de grandes superfícies comerciais de que não precisamos e que em nada nos favorecem.

Somos convictos das nossas ideias mas não presos a preconceitos, por isso, votaremos favoravelmente as propostas que julgarmos de interesse para a população, independentemente da força política que as apresentar.
Esperamos que as nossas propostas sejam tratadas da mesma forma.

Obrigado.

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Folheto - medidas para Alverca

Para consultar o folheto em pdf, clique aqui:

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Os nossos candidatos

Maria do Carmo Dias
46 anos, Professora

Ricardo Cartaxo
43 anos, Engenheiro

Vanessa Biléu
22 anos, Estudante

Augusto Almeida
49 anos, Professor

Vera Vieira
23 anos, Operadora de caixa

Amândio Delfino
36 anos, Técnico de electrónica

Olga Bettencourt
60 anos, Educadora de infância

Tiago Nunes
21 anos, Estudante

Joana Galego
23 anos, Estudante

Sandra Costa
25 anos, Administrativa

Pedro Silva
25 anos, Estudante

Ana Faca
20 anos, Estudante

Paulo Gomes
45 anos, Docente do ensino superior

Carina Marques
25 anos, Operadora de encadernação

Simão Galego
27 anos; Electricista

Ana Paula Fazendas
41 anos, repositora

Tomás Ferreira
31 anos, caixeiro ajudante

Isabel Santos
35 anos, Operadora de caixa

João Barroso
42 anos, Segurança

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EN10 com segurança

Reivindicamos uma ciclovia na EN10 , para podermos circular por esta estrada com segurança. Os velocípedes têm tanto direito a circular na EN10 como os automóveis e os camiões.


À esquerda, o nosso candidato à AF de Alhandra

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O nosso candidato à AF da Póvoa

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Ciclistas do BE

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Carlos Patrão, o candidato à Câmara Municipal

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À chegada a Alverca

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Caravana de Bicicletas

Indicações sobre a Caravana de bicicletas na EN10, entre a Vala do Carregado e a Póvoa, a realizar na próxima 2ª feira, 5 de Outubro, feriado


Reivindicamos uma ciclovia na EN10 , para podermos circular por esta estrada com segurança. Os velocípedes têm tanto direito a circular na EN10 como os automóveis e os camiões;

Indicações a ter em conta:

  • O percurso será da Vala do Carregado até à Póvoa, atravessar o concelho pela EN10, são cerca de 30Km. Um belo passeio de bicicleta;
  • A concentração será pelas 9:30 da manhã, junto da estação da CP do Carregado, na Vala. Não se esqueçam que podem transportar gratuitamente a bicicleta no comboio (ver regulamento em anexo na pág. 19);
  • A partida será pelas 10:00 da manhã;
  • Paragens em Vila Franca, largo da Câmara, em Alverca no jardim parque a seguir aos Bombeiros e na Póvoa na estação da CP, para distribuir propaganda e panfletos da ciclovia;
  • Levar capacete, água e mochila para propaganda;
  • Circular pela direita em fila indiana, evitar a formação em pelotão.

Participa e leva amigos (as)!


SESSÃO DE ESCLARECIMENTO

Urbanismo e Mobilidade

SEXTA, 2 DE OUTUBRO, 21h30 HORAS

SOCIEDADE FILARMÓNICA RECREIO ALVERQUENSE

Intervenções

Maria do Carmo Dias
1ª candidata à Assembleia de Freguesia de Alverca


Carlos Patrão
1º candidato à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira


Rui Perdigão
Arquitecto


Carlos Gaivoto
Engenheiro de Transportes


Apareça e participe!


AUTÁRQUICAS 2009

Medidas do BE para Alverca:


  1. Introduzir o orçamento participativo na freguesia, onde os cidadãos também decidem e se co-responsabilizam pelas decisões tomadas

  2. Assegurar a acessibilidade pedonal a todos os cidadãos, com especial atenção a pessoas com mobilidade condicionada, eliminando as limitações actualmente existentes

  3. Criar e manter caminhos pedonais e cicláveis

  4. Promover o alargamento dos horários dos transportes públicos rodoviários e a sua articulação com os dos comboios

  5. Exigir a construção da variante fora do perímetro urbano e a interdição da circulação de veículos pesados de mercadorias no troço urbano da EN10

  6. Propor a instalação de sistemas de controlo de velocidade na EN10, na Rua Engenheiro Vilar Queirós e outras vias onde se justifique, e assegurar a manutenção e/ou substituição de alguns semáforos existentes, dadas as frequentes avarias

  7. Exigir a alteração no entroncamento entre a estrada de acesso à Calhandriz e a de Arruda e em outros “pontos negros” da freguesia

  8. Apoiar as escolas públicas

  9. Fomentar o desporto escolar e amador

  10. Exigir a colocação de médicos nos Centros de Saúde

  11. Exigir a rápida conclusão da ETAR, a despoluição e limpeza da Ribeira da Verdelha, bem como dos outros cursos de água que atravessam a Freguesia

  12. Proteger e preservar a zona ambientalmente sensível das salinas, exigindo a remoção do entulho depositado

  13. Recuperar os parques infantis degradados

  14. Assegurar a manutenção das zonas verdes

  15. Defender o comércio tradicional

  16. Rejeitar a construção de mega empreendimentos como: Fórum Alverca, Alverca Retail Park e de novas urbanizações, em particular a da Quinta do Cochão, reservando estes terrenos para instalação de indústrias não poluentes e para agricultura

  17. Defender a manutenção do museu do ar em Alverca

  18. Apoiar e divulgar eventos culturais e as instituições e colectividades que os promovem

  19. Apoiar associações de defesa dos direitos de animais


Adeus Joana

É com uma sentida e profunda tristeza que deixo esta mensagem neste Blog:

Cumpre-nos o doloroso dever de comunicar o falecimento de Joana Maria Bettencourt Ferreira, 23 anos, deputada municipal e membro do Núcleo do Concelho de Vila Franca de Xira do Bloco de Esquerda, na manhã do dia 19 de Maio, por doença súbita, no Bairro do Bom Sucesso (Alverca), onde morava.

Estudante universitária no ISCTE (Sociologia e Planeamento), trabalhadora com vínculo precário, participava activamente na luta por um País mais justo e um outro mundo possível, livre, solidário e fraterno. Eleita para a Assembleia Municipal nas últimas eleições autárquicas, intervinha nas iniciativas dos mais jovens, e não apenas nestas. Fazia parte da Coordenadora Nacional de Trabalho Autárquico do BE.

Camarada nos combates e na alegria, deixou-nos sem aviso, partilhando projectos. À família, aos amigos, damos conta da nossa saudade.

P.S.:

O funeral realiza-se na próxima 3ª feira, dia 23 de Maio, pelas 11:00 no cemitério de Alverca do Ribatejo. O corpo da Joana estará em câmara ardente de 2ª para 3ª nas Capelas Novas em Alverca (em frente à Junta de Freguesia).

Os dados referentes ao velório e funeral da Joana ainda estão sujeitos a confirmação, qualquer alteração de data, horário e/ou local será comunicada por email.

Bloco de Esquerda

Núcleo do Concelho de Vila Franca de Xira


ATÉ SEMPRE CAMARADA


A antítese da coerência por Paulo Portas

O verdadeiro artista


Cortes orçamentais dão primeiros frutos

"De acordo Com O Correio da Manhã, Maria Monteiro, filha do antigo ministro António Monteiro e que actualmente ocupa o cargo de adjunta do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros vai para a embaixada em Londres.
Para que a mudança fosse possível, José Sócrates e o ministro das Finanças descongelaram a título excepcional uma contratação de pessoal especializado.
Contactado pelo jornal, o porta-voz Carneiro Jacinto explicou que a contratação de Maria Monteiro já tinha sido decidida antes do anúncio da redução para metade dos conselheiros e adidos das embaixadas.

As medidas de contenção avançadas pelo actual governo, nomeadamente o congelamento das progressões na função pública, começam a dar frutos. Os sacrifícios pedidos aos portugueses permitem assegurar a carreira desta jovem de 28 anos que, apesar da idade, já conseguiu, por mérito próprio e com uma carreira construída a pulso, atingir um nível de rendimento mensal superior a 9000 euros. É desta forma que se cala a boca a muita gente que não acredita nas potencialidades do nosso país, os zangados da vida que só sabem criticar a juventude, ponham os olhos nesta miúda.

A título de curiosidade, o salário mensal da nossa nova adida de imprensa da embaixada de Londres daria para pagar as progressões de 193 técnicos superiores de 2ª classe, de 290 Técnicos de 2ª classe ou de 290 Assistentes Administrativos. O mesmo salário daria para pagar os salários de, respectivamente, 7, 10 e 14 jovens como a Maria, das categorias acima
mencionadas, que poderiam muito bem despedir-se, por força de imperativos orçamentais. Estes jovens sem berço, que ao contrário da Maria tiveram que submeter-se a concurso, também ao contrário da Maria já estão habituados a ganhar pouco e devem habituar-se a ser competitivos. A nossa Maria merece.

Também a título de exemplo, seriam necessários os descontos de IRS de 92 portugueses com um salário de 500 Euros a descontar à taxa de 20%. Novamente, a nossa Maria merece."


Manifesto eleitoral para Alverca

Alverca merce mais qualidade de vida
Alverca NÃO MERECE mais betão ! ! !
Devemos impor um STOP à construção selvagem e desmesurada.
Prioritar a reconstrução / reabilitação de forma a conter a expansão do perímetro urbano.
Os armazéns espalhados por toda a cidade devem ser destacados do centro.
Acabar com a falta de transparência nos negócios. Dizemos não às contrapartidas entre a Autarquia e as empresas de construção.

Quem mora em Alverca MERECE participar no processo de decisão.
Defendemos orçamentos participados, Referendos Locais.
As associações, colectividades, comissões de moradores deverão ser sempre consultadas.
O trabalho realizado deve ser avaliado por observatórios compostos por independentes.
Defendemos uma cidade social e partilhada.
Direitos para todos. Dizemos não há exclusão social.

Alverca NÃO MERECE ser um dormitório.
É preciso devolver a cidade a quem cá vive, trabalha, estuda ou sente Alverca.
Os jovens precisam de mais ocupação. Os idosos precisam de mais atenção.
A biblioteca, a casa da juventude , as escolas têm que estar abertas de noite e ao fim-de-semana para servir toda a comunidade.
Propomos o encerrar da Av. Capitão Meleças ao transito com calçada portuguesa, para que seja possível passear em Alverca.
É fundamental dar vida aos bairros. Criar praças, jardins, largos, espaços de convívio e de lazer.

Somos a freguesia com mais população do concelho.
Alverca MERECE que todas as actividades culturais do concelho se estendam à nossa cidade.
Os espaços infantis e desportivos não são suficientes e os que existem não têm manutenção.
E senhores autarcas, o Adarse também é gente, a Verdelha também é gente, Casal das Areias também é gente, À-dos-Potes também é gente, À-dos-Melros também é gente.
Não basta inaugurar os espaços em campanha eleitoral.


O peão em Alverca MERECE a prioridade
Defendemos acessos pedoanis a toda a cidade.
É impossível ir ao Jumbo a pé !
Os passeios têm que ter desnivelamentos para as cadeiras de rodas e carrinhos de bebés.
Propomos a criação de um circuito para bicicletas entre o Choupal, as escolas e a estação.
É obrigatório proibir o trânsito de pesados na Nac.10.
Variante sim, mas afastada do centro urbano.
Em Alverca deve ser instalada uma rede de transportes urbanos entre o Bom-Sucesso, Arcena e Alverca permanentes e complementados com parques de estacionamento periféricos.

O rio NÃO MERECE que Alverca continue a enviar os nossos esgotos para lá ! ! !
Há 4 anos atrás a camara prometeu na campanha eleitoral a construção de uma estação de tratamentos de esgotos (ETAR).
Mas mentiu, porque em Alverca o nosso esgoto continua a ser o rio Tejo ! !
As preocupações ambientais dos presentes responsáveis autárquicos resumem-se a impedir que o Bloco de Esquerda cole cartazes no viaduto por baixo da Auto-Estrada.
Sra Presidente da Camara, preocupe-se a senhora em acabar com o ruido provocado pela A1, com os maus cheiros em Arcena por causa do aterro, com o problema dos ribeiros poluídos e obstruídos que provocam cheias ciclicamente.
Devolva-nos o rio, deixe-nos passear na margem do rio Tejo. O RIO É DE TODOS.

Alverca NÃO MERECE que nos roubem o museu do Ar.

Precisamos de referencias, precisamos de nos identificar com a cidade onde vivemos.

E, se a Portela não merece um aeroporto ao pé de suas casas, nós também NÃO MERECEMOS aviões a descolar e a aterrar a 200 metros de nossas casas.
Todos os dias os telejornais noticiam a queda de aviões. Por toda a Europa as pessoas fazem abaixo-assinados para retirar aeroportos do centro das cidades.
Em Alverca a nossa Presidente de Câmara do PS, com o encolher de ombros do PSD e da CDU, quer obrigar as nossas crianças a estudar ao lado de um aeroporto.
Mas é também esta autarquia que pretendia instalar uma gasolineira a 50 metros de uma escola, mesmo ao lado de uma zona habitacional. Só o tribunal parou a construção dessas bombas.

Esta coligação PS, PSD, CDU, Obriverca que governa a nossa cidade tem roubado qualidade de vida a quem vive em Alverca.

Alverca MERECE MAIS.
MUITO MAIS.


Nós acreditamos que uma sociedade diferente é possível ! ! !


As nossas 25 Medidas

1. Não permitir mais licenciamentos em Alverca enquanto não exista uma ETAR (estação de tratamento de esgotos)
2. Av. Cap. Meleças sem carros
3. Proibir trânsito de pesados na Nac.10
4. Destacar os armazéns do centro urbano
5. Delegação da Seg. Social e Loja do Cidadão
6. Linha de Transportes Públicos Urbanos Permanentes entre Alverca-Bom Sucesso-Arcena
7. Biblioteca, escolas e Casa da Juventude abertas à noite e ao fim-de-semana
8. Acessos pedonais a todas as áreas urbanas
9. Assadores municipais para incentivar o convivio de bairro
10. Requalificar e criar mais espaços infantis e complexos desportivos
11. Passadeiras de peões com desnivelamento nos passeios para cadeiras de rodas e carrinhos de bebes
12. Plantação de arvores em locais abandonados
13. Circuito ciclo vias ligando Choupal as escolas e a estação
14. Parques municipais de bicicletas com aluguer temporário
15. Percurso de Manutenção fisica da Quinta do Cuchão até ao rio
16. Zonas de lazer junto ao rio
17. Campanha de esterilização de animais domésticos de forma a combater animais abandonados
18. Definir as Salinas como Zona de importância ambiental
19. Criar zona lúdica e pedagógica na Frente Ribeirinha.
20. Alcatroamento do acesso para o Adarse ( também são gente )
21. Paragem de Autocarros junto ao Centro de Saude
22. Criar um espaço de convívio em cada bairro / localidade da freguesia com uma praça e um Jardim
23. Criar barreiras sonoras junto à Auto estrada e à Nac.10
24. Referendos locais
25. Festa da Diversidade todos os meses


A nossa lista

Paulo Alexandrino
29 Anos, Consultor Informático
Pedro Afonso
27 anos, Administrativo
Olga Bettencourt
57 anos, Educadora de Infância
António Cabral
50 Anos, Operador
Ana Pereira
26 anos, Técnica de SIG
Ricardo Matos
23 anos, Estudante
Carla Silva
37 Anos, Escriturária
Teresa Gonçalves
27 anos, Administrativa
Carlos Costa
38 anos, Delegado Informação Médica
Elísia Azenha
59 Anos, Restauração
Paula Gaspar
27 anos, Comerciante
José Cabaço
52 anos, Operador Fabril
António Alexandrino
54 anos, Enfermeiro
Paulo Silva
26 Anos, Chefe de Secção
Mª São José Ribeiro
50 anos, Produtora
Helena Nogueira
57 anos, Funcionária Pública
Rui Braga
33 Anos, Programador Informático
Joana Ferreira
22 anos, Estudante
José Andrade
57 anos, Torneiro Mecanico


Festa do BE Alverca dia 17 Sabado


Urbanismo e Participação em debate

Debate com:
Alda Macedo, Deputada do BE na Assembleia da Republica
Alexandre Alves Costa, Arquitecto
Carlos Patrão, Candidato BE à Assembleia Municipal de VFX
Maria José Vitorino, Candidata BE à Câmara Municipal de VFX

5ª Feira às 21h30, 15 DE Setembro de 2005 no Clube Vilafranquense em Vila Franca de Xira


Frenesi pré-eleitoral

Respira-se obra em Alverca!

Começando na rotunda de quem vai pró Jumbo, que levou um tapete novo…mas só a rotunda…o resto ficou esquecido, assim como a passadeira, debaixo do alcatrão! Continua adiada a passagem Segura de peões para o Jumbo, é um privilégio e quase uma obrigação dos “sr´s” automobilistas, ir de carro ao Jumbo, até porque foi roubado um pedaço de espaço ao parque, para alargar a estrada…mas segurança para peões? Para quê?

Tudo vigiado pela confiante autarca, que espreita lá de cima do outdoor…


Assim como alguns iluminados que só vêem à cidade para dormir, de quando em quando, e assumem qe betão é progresso….quanto mais melhor…dizem eles; assim vê-se obra…mas para beneficio de quem?

Assim, como quem não quer a coisa, o candidato do PSD , um Povoense, que, sendo a Póvoa de Santa Iria demasiado pequena e já tão desfigurada, veio tentar a sorte a Alverca;

“Variante adiada, cidade sufocada” Erm…

Meu caro candidato, seja lá clemente connosco…

Variante???? Só se for da Póvoa, porque de Alverca…nunca tal se viu, uma variante a 800 metros da via principal, no interior da cidade. Mas enfim, mais uma ideia peregrina.

Vamos lá a falar como deve ser dos verdadeiros problemas da cidade e que a melhor variante é a própria A1, grátis entre Alverca e Vila Franca.

Ou não teem coragem de propor esta solução?

Fica o desafio.

pedro afonso


Aviões e "Charlatões" em Alverca

Nos orgãos de comunicação social, diversos iluminados aristocratas têm apresentado Alverca como uma alternativa ao aeroporto da Ota. Apresentam argumentos tais como a proximidade de Lisboa, a proximidade de uma estação de comboios e também da auto-estrada Lisboa-Porto.

Mas, em nenhuma dessas intervenções se ouviu, quem quer que seja, falar nas consequências para os cidadãos de Alverca. Nenhum estudo foi realizado para saber o impacto na qualidade de vida dos seus habitantes.

A própria autarquia local, decidiu patrocinar uma comissão pró Aeroporto em Alverca, de entre os principais impulsionadores da brilhante ideia destacam-se alguns ilustres do concelho: o senhor director do banco Caixa de Crédito Agrícola de Vila Franca de Xira, o dono da maior empresa de construção do concelho - a Obriverca.
(Quando o poder autarquico e o poder económico de juntam normalmente é o poder do povo que sai a perder...)

O Bloco de Esquerda de Alverca opõe-se a esta solução, de transformar a pista militar numa estrutura comercial. Fundamentamos a nossa posição com 4 pontos que consideramos serem, cada um deles em separado, factores determinantes para a não criação de um aoroporto dentro da cidade de Alverca:

- Low Cost : Disseram-nos que, para Alverca apenas viria o tráfego proveniente de empresas de low cost. Contudo ninguém se deu ao trabalho de explicar o que diferencia estas empresas de aviação das demais. E o que as destingue é, como o nome indica, a estratégia implícita de levantar voo ao mais baixo custo. Como se consegue isto? Fretando aviões de grande porte que rentabilizem os custos e utilizando as pistas nas “horas mortas” como 2 da manhã, 6 da manhã, pois nessas horas as taxas aeroportuárias são mais baixas.
Será que algum dos subscritores da petição sabe disto? Terão elucidado as pessoas, que lá inscreveram o seu nome, que os alverquenses correm o risco de passar a ter enormes aviões a descolar e a aterrar a metros de suas casas, em horas impróprias ?

- Proximidade de escolas : Segundo um estudo publicado no jornal Expresso, a proximidade de um aeroporto a estabelecimentos de ensino,
afecta de forma directa a perda de concentração nos jovens, sendo por isso um factor determinante no aumento do insucesso escolar.
Pergunta-se, alguém confrontou os professores, pais e alunos do impacto de um aeroporto perto de escolas? É o crescimento a qualquer custo?

- Deslocalização das OGMA : As Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica existem em Alverca desde 1918, empregando mais de 2000 pessoas. Se na cidade de VFX as pessoas se identificam com a tradição das touradas, em Alverca os aviões, o museu do Ar e as OGMAs são uma importante referencia cultural na população. As OGMAs e os seus funcionários têm um peso histórico e social bastante enraizado na cidade, são exemplo disso as colónias de férias promovidas para crianças bem como uma associação social para ocupação dos ex-funcionários.
Concordarão as famílias dos trabalhadores em serem transferidas para Beja? Não duvidamos que em Beja exista uma qualidade de vida bem superior, mas não merecem estas pessoas serem ouvidas?

- Impacto Ambiental : A existente pista de aviação situa-se nas proximidades de uma zona de enorme importância ambiental. A margem direita do Rio Tejo é um ponto de paragem na rota migratória de inumeras espécies de aves.
Existe algum estudo do impacto que um aeroporto causará neste eco-sistema?

Por toda a Europa as populações manifestam-se contra a proximidade dos aeroportos de zonas habitacionais. Escolhem-se locais longe dos perímetros urbanos para minimizar o seu impacto no menor número de pessoas possível. Mas em Portugal a realidade parece bem diferente, é a própria autarquia que coloca os interesses económicos em primeiro lugar, relegando para último o interesse público da população que os elegeram.

Preocupem-se, a senhora Presidente da Junta de Alverca e a senhora Presidente da Camara Municipal de Vila Franca de Xira, com os problemas provocados pelas inundações na zona da estação, com a inexistência de uma estação de tratamento dos esgotos urbanos em Alverca , com a falta de transportes públicos na zona de Arcena, com o estado calamitoso da maioria dos parques infantis, com os maus cheiros provocados pelo aterro de Mato da Cruz,...

Alverca já tem problemas que sobram, não precisamos de mais um !

E se, depois de todos estes problemas estarem resolvidos, ainda tiverem tempo para brincar aos aviõezinhos, então peçam a uma criança que vos faça um de papel, essa sim, uma verdadeira solução Low Cost.


Funcionario Publico com a alteração da idade de aposentação


Inscrição como dador de medula

Não custa nada a inscrição como dador de medula. As pessoas com doenças de medula raramente encontram dadores compatíveis, daí a necessidade de criar uma rede de dados de potenciais dadores.
Não é preciso fazer a punção lombar em caso de se ser considerado compatível
com o doente. Se chegar à fase de dador há um método de extração através
do sangue.

As explicações estão todas neste site:
http://www.chsul.pt

Para ser dador é só ir ao site, ir ao link "inscrição como dador", preencher
o documento e enviá-lo por fax ou correio.
As pessoas com doenças de medula raramente sobrevivem se não for encontrado um dador compatível.


Debate sobre Tratamento de Residuos Industriais Perigosos

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Agenda Cultural

Neste espaço podera encontrar espetaculos e eventos culturais na cidade de Alverca e arredores. Toda a informação do que se passa em Alverca e quando estará aqui no Blog do Bloco de Esquerda de Alverca.

Espetaculos:


  • "Vintage Trio" - Mascara, Alverca Todas as Terças-feiras;
  • "Recover" - Mascara, Alverca. Todas as Quartas-feiras;
  • Karaoke - Mascara, Alverca. Todas as Quintas-feiras;
  • "Set" - Toma Bar, Vila Franca. Dia 2 de Junho, QUinta-feira;
  • "Set" - Mascara, Alverca. 5 de Junho Domingo.

E mais vira...


Câmara não tem politica de ambiente

"A Carta de Aalborg, o Dia da Terra e a política de ambiente no concelho de Vila Franca de Xira

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira anunciou a sua intenção de subscrever a carta de Aalborg e integrar a Rede Europeia de Cidades e Vilas Sustentáveis e entendeu, pela primeira vez, comemorar o Dia da Terra, que internacionalmente se comemora a 22 de Abril.

Tais iniciativas seriam positivas, se assentassem em mudanças reais no plano da gestão territorial e urbanística, e se a Câmara passasse a adoptar práticas quotidianas conformes aos princípios do desenvolvimento sustentável, não dependentes de calendários eleitorais nem de operações de melhoria da imagem pública.

Gostaríamos de ouvir o vereador responsável pelo recém criado Departamento de Qualidade Ambiental e Urbana criticar, por exemplo, os compromissos autárquicos assumidos para áreas extremamente sensíveis, como as salinas de Alverca. Em vez disso, ele identifica-se totalmente com a política anti-ambiental da Câmara afirmando, no âmbito das comemorações do Dia da Terra, que o problema das ocupações clandestinas e ilegais de solos agrícolas, como são os casos ocorridos em Vialonga, seriam resolvidos com o novo PDM.

Ora, estas afirmações são contraditórias com as intenções propaladas pela autarquia, denunciando, se dúvidas ainda houvesse, a incongruência entre as palavras e os actos do executivo municipal. E é inadmissível que o responsável por um Departamento que deveria pautar-se pela determinação e coragem na defesa dos princípios do desenvolvimento sustentável, tenha a pretensão de que pode legalizar-se, a posteriori, aquilo que foi ilicitamente construído e que constitui uma desautorização para o que deveriam ser as suas futuras actuações fiscalizadoras. Terá o vereador Vale Antunes consciência da gravidade das afirmações que produziu?

Com tudo isto, a mensagem que a Câmara deixa passar é a de que a ilegalidade compensa, de que o desrespeito pelas leis em vigor é admissível no nosso concelho.

Não poderíamos deixar passar esta ocasião sem denunciarmos, com toda a frontalidade, que a nova proposta de PDM é inimiga do ambiente e que, por isso, deveria ser rejeitada pelo Departamento de Qualidade Ambiental e Urbanística, porque:
* propõe extensas desafectações de solo agrícola que passam a ser áreas de armazenagem, designadamente na várzea de Vialonga;
* propõe a urbanização de áreas sensíveis, para satisfazer intenções e compromissos autárquicos já assumidos com promotores privados, apesar de os estudos reconhecerem a importância ecológica desses locais;
* não estabelece os limites da reserva ecológica nacional, facilitando o caminho a uma gestão casuística das propostas de loteamento já apresentadas (ou que venham a ser apresentadas por promotores privados) e respectivos processos de desafectação;
* duma maneira geral, não salvaguarda zonas ambientalmente sensíveis como a frente ribeirinha, nomeadamente as salinas de Alverca, que classifica como “área multiusos”;
* propõe que os três mouchões do Rio Tejo e incluídos na respectiva reserva natural, passem a zonas de vocação turística;
* propõe o aumento dos perímetros urbanos, em vez de pôr termo ao urbanismo expansionista que transformou o concelho no que ele é hoje, dificultando a regeneração urbana e incentivando um uso insustentável da viatura particular.

Uma análise atenta da realidade do concelho não permite outra constatação que não seja, assim, a de que no nosso concelho não existe política de ambiente. Com coisas como estas, onde ficam os compromissos inerentes à Carta de Aalborg? Ou a sua assinatura é apenas uma encenação sem correspondência com a realidade?

Multiplicam –se os anúncios de planos, abundam as declarações de intenções, mas a eficácia concreta de todas essas promessas é sempre reduzida.

Uma verdadeira política local de ambiente significaria que no município vilafranquense:

1. Se valorizaria o papel da cidadania
Acabando com o secretismo e a opacidade dos processos na Câmara Municipal.
Investindo na criação de instrumentos que assegurem uma real participação dos munícipes e a efectiva ponderação dos seus contributos.

2. Se daria corpo a uma política ambiental integrada
Política essa que importaria uma definição clara de objectivos e prioridades, uma articulação e integração de políticas sectoriais, uma efectiva afectação de recursos, e a implementação de um sistema de monitorização e avaliação.

3. Se conferiria sustentabilidade ao ordenamento do território e ao urbanismo
Abandonando definitivamente as velhas políticas de expansão urbanística que se arrastam desde a década de 60 do século passado e cuja continuidade só se justifica pela subordinação do poder político ao económico.
Reconhecendo que o problema central do concelho é o da sua qualificação, a qual depende do recurso à reabilitação e à renovação das áreas urbanas consolidadas, bem como da criação de espaço público.
Implementando uma visão estratégica e integrada para toda a frente ribeirinha do concelho, assente na sua valia ecológica e paisagística.

4. Se respeitaria a biodiversidade
Promovendo a classificação, como área protegida de interesse municipal, de toda a faixa ribeirinha e áreas inundáveis adjacentes, incluindo as salinas, afectando as mesmas a acções de educação ambiental e impedindo as tentativas de realização de projectos imobiliários nos mouchões do Rio Tejo e na lezíria.

5. Se defenderia o património cultural
Reconhecendo os enormes atrasos nesta matéria que é da maior importância para a consolidação de um sentimento de identidade local.

6. Se implementaria uma política de mobilidade sustentável
Incentivando a transferência dos modos de transporte individual para o transporte colectivo.

7. Se protegeria o ambiente acústico
Implementando uma carta municipal de ruído que se aguarda há vários anos e impedindo usos sensíveis (habitação, escolas, etc.)em zonas ruidosas, como acontece por todo o concelho.

8. Se adoptaria uma política integrada de gestão dos resíduos
Desencadeando programas de sensibilização para minimizar o volume do lixo gerado e promovendo a reutilização e reciclagem dos lixos.

9. Se adoptaria uma política integrada de gestão da água
Promovendo programas para o uso sustentável da água, reduzindo perdas e usos não controlados e revendo as políticas de paisagismo no sentido de evitar desperdícios (ex: repuxos nas rotundas) dum bem escasso e estratégico.

10. Se adoptaria uma política de valorização paisagística
Requalificando as áreas degradadas, com destaque para as área industriais obsoletas e abandonadas na faixa ribeirinha e as pedreiras, valorizando o potencial paisagístico que constitui um verdadeiro património colectivo do concelho, e estabelecendo uma política de enquadramento paisagístico sustentável, com prioridade às tipologias de uso e às soluções que não envolvam desperdício de recursos naturais, como a água.

Não vemos nada disto na prática e, por isso, denunciamos a situação aos organismos responsáveis pela Carta de Aalborg e Rede Europeia de Cidades e Vilas Sustentáveis, pedindo-lhes que condicionem a adesão da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira à verificação do efectivo cumprimento duma verdadeira política de ambiente."


Texto da autoria de :
Xiradania – Movimento de Cidadania Vilafranquense


Armazéns ameaçam espaço natural - Salinas de Alverca, a última oportunidade

O texto que segue abaixo foi retirado na sua integra de young reporters for the environment
O bloco esquerda de Alverca junta-se à luta de retomar as salinas ao seu verdadeiro dono, O POVO.
Pena que os nossos governantes locais se demitam de defender os interesses daqueles que era suposto representarem e, ao contrário disso, são os mariores alidados dos lobbies do betão instalado na cidade.

"As Salinas de Alverca não estão classificadas como “área protegida” e, por isso, estão em risco. O proprietário – a empresa Obriverca – tem planos para ali erguer armazéns, mas os ambientalistas contrapõem com a conservação da fauna e flora ali existentes.

As Salinas de Alverca, embora há muito desactivadas e até vandalizadas, mantêm a sua importância ambiental e natural nesta localidade, uma vez que as zonas húmidas são de grande interesse para a conservação da natureza e constituem um suporte da vida animal.
Constituídas por diversos tanques, na margem direita do rio Tejo, as salinas apresentam um ecossistema importante no concelho de Vila Franca de Xira, com diversos habitats: salinas, sapal e campos agrícolas. Aqui coabitam 150 espécies de diferentes aves como o pernilonga, pato-de-bico-vermelho, garça-pequena, alfaiate, flamingo, galinha-d’água, mergulhão-pequeno, entre outros. Verifica-se ainda a presença de aves migratórias (que efectuam percursos entre o norte da Europa e o norte de África), confirmando-se assim a importância das Salinas de Alverca não só a nível nacional como internacional.
No entanto, este espaço natural de elevada importância ainda não está classificado, nomeadamente como “área protegida de interesse municipal/local”, como defende o presidente do Xiradania (Movimento de Cidadania Vilafranquense), o advogado e ambientalista Fernando Neves de Carvalho.
A presidente da Junta de Freguesia de Alverca, Serafina Rodrigues, afirma que o facto desta área ser propriedade privada – da empresa Obriverca, com quem não conseguimos falar após insistentes contactos – dificulta a intervenção do poder local: “Nem nós nem a Câmara pode mexer naquilo que não è nosso, aquilo tem dono.”
Adelaide Ferreira, professora de ciências da natureza na escola Pedro Jacques de Magalhães, afirma, no entanto, que “não tem havido interesse político em preservar as salinas”. Neves de Carvalho vai mais longe e constata que “a Câmara poderia pedir um subsídio à União Europeia para a preservação das salinas, mas não o faz”.
Segundo Neves de Carvalho, também membro da ADAPA (Associação de Defesa do Ambiente e Património de Alverca), aquela zona daria “uma excelente área pedagógica visando o lazer/aprendizagem”. No entanto, estas intenções esbarram com o facto do proprietário querer lá construir armazéns.
Outro problema que se levanta à possível construção neste espaço natural tem a ver com o facto desta estar em zona de leito de cheia, logo, diminui a impermeabilização dos solos e poderá aumentar o risco de cheias em Alverca, nomeadamente na rua da Estação.
Num universo total de 60 pessoas entrevistadas num inquérito dos JRA, que disseram conhecer as salinas, praticamente todas disseram querem lá ver “um parque de lazer, onde se continuassem a preservar as espécies”. Neste inquérito, quase todos discordam do estado actual das Salinas de Alverca, antigamente uma zona frequentada pelos seus habitantes.
Esta é talvez a última oportunidade de Alverca vir a ter uma ligação natural ao rio e preservar a sua paisagem ambiental."


esta peça de jornalismo foi da autoria de :
Vanessa Bileú e Vanessa Miranda


Debate no Forte da Casa

Debate organizado pela Associação Cívica OS AMIGOS DO FORTE sob o tema de "O FORTE DA CASA E O FUTURO - Gestão urbanística e qualidade de vida" na 6ª Feira 20 de Maio às 21 horas na Casa da Juventude, B.º do PER Loja 1.
Com:
Pedro Homem de Gouveia Urbanista e membro do Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos, Fernando Neves de Carvalho Dirigente do XIRADANIA e membro da ADAPA, Rui Martins Representante da organização local do PS, José Seabra Dirigente da organização local da CDU, Mário Cardoso Dirigente da organização local do PSD, Eduardo Vicente Dirigente d’Os Amigos do Forte
Moderação: José Capucha


Ajuda de Berço

A vida foi feita para amarmos e sermos amados! Por este motivo, devemos decidir resolutamente que, nunca mais, nenhuma criança seja objecto de rejeição e de desamor!

Madre Teresa de Calcutá


A Ajuda de Berço é uma Associação de Solidariedade Social, que acolhe crianças em situação de risco, entre os 0 e os 3 anos. Para além dos profissionais que diariamente dão resposta às necessidades destas crianças, existe uma equipa de voluntários que disponibilizam algum do seu tempo a cuidar, a dar colinho e muito carinho a todas elas.
Idealmente estas crianças permaneceriam na instituição por um curto periodo de tempo, até as suas familias biológicas criarem condições para as receberem de volta, ou, noutros casos, se criarem condições para serem adoptadas.
Mas, na realidade, muitas acabam por saltitar de instituição em instituição, à medida que vão crescendo. A vida destas crianças está marcada por maus tratos, violência fisíca, abusos sexuais, abandono, pais alcoolicos ou toxicodependentes, mães prostitutas. As marcas são bem visíveis, quer as fisícas, quer as psicológicas.
Estas crianças são filhos e filhas de todos nós, e merecem um futuro, um futuro digno.
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São Nobre Guedes


Concelho de Vila Franca imigrante

"Os Censos 2001, referiam que a população estrangeira residente em Vila Franca de Xira era de 4321 pessoas, que era maioritariamente masculina e que se ocupava na indústria e na construção, segundo um estudo de caracterização das comunidades imigrantes do concelho, elaborado pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento. O estudo foi coordenado por Fernando Marques da Costa, no âmbito do projecto EQUAL - Igualdade e Cidadania.
O estudo refere que a concentração dos imigrantes é assim distribuída: 2/3- Alverca do Ribatejo, os restantes distribuem-se em Vialonga, Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa e Vila Franca de Xira.
A maioria é proveniente de : 27%-Cabo Verde, 23%-Angola, 13%-Guiné, 12%-Brasil, 7 %-Europa de Leste
Segundo o estudo, «as atitudes positivas face aos imigrantes são mais pronunciadas nos aspectos sociais (acesso à saúde, estudos), moderadas no acesso à habitação e menos generosas nas oportunidades de trabalho e progressão na carreira».
Cidadãos indianos e de Leste recolhem as opiniões mais favoráveis; os cidadãos africanos são mais conhecidos através dos locais públicos do que a nível de vizinhança ou em situação de trabalho, enquanto os brasileiros são vistos como «simpáticos, mas virtuais competidores no mercado de trabalho»; a comunidade cigana permanece a mais ignorada. Outro dado prende-se com o escasso contacto entre população local e imigrante: «Os locais de residência são distintos e só se cruzam em espaços de mercado ou comércio.» No entanto, referem os autores, «não se vive uma tensão interétnica»."

in
http://vfxira.blogs.sapo.pt/
(O estudo não refere chineses)

O bloco apresentou no dia 18 de Março de 2005 um Projecto Lei da Nacionalidade.
A presente lei portuguesa é uma lei descriminatória, impossibilitando a obtenção de nacionalidade portuguesa de forma directa aos nascidos no nosso país e dificultando o acesso à autorização de residência aos imigrantes.
Em termos práticos, um imigrante oriundo da Ucrânia, portador de autorização de permanência (mas não de residencia), só poderá obter cidadania portuguesa
após quinze anos, no mínimo, de residência em Portugal. Um imigrante oriundo de
Angola, portador de autorização de permanência, só poderá obter cidadania
portuguesa após onze anos, no mínimo, de residência em Portugal.

Contra isto o bloco pretende alterar a presente lei portuguesa nos seguintes pontos :
· Reconhecimento automático da nacionalidade portuguesa a todos os
indivíduos nascidos em Portugal, mesmo que filhos de estrangeiros;
· Equiparação da união de facto ao casamento para efeitos de aquisição de
nacionalidade por efeito de vontade;
· Definição dos requisitos para aquisição da nacionalidade portuguesa por
naturalização apenas em função de critérios de número de anos de
residência e de conhecimento da língua portuguesa. Anulação de
mecanismos de discriminação em função do país de origem.
A proposta do BE para alteração da lei da nacionalidade pode ser descarregada aqui.


Debate "Grandes Barragens - Mecanismos de Financiamento e Impactos Ambientais"

A LPN, Euronatura, Quercus e Amnistia Internacional-secção portuguesa, em representação do Projecto ECA Iberia, têm o prazer de convidar V. Exa. para o Debate "Grandes Barragens - Mecanismos de Financiamento e Impactos Ambientais", que terá lugar no Anfieatro 1B-Edifício VII da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (Monte da Caparica), no dia 17 de Maio de 2005, às 15h30.

A entrada é gratutita com inscrição prévia para lpn.natureza@lpn.pt ou 21 778 00 97.

LPN-Liga para a Protecção da Natureza
Sede Nacional/Main Office
Estrada do = Calhariz de Benfica, 187
1500-124 Lisboa
Portugal
Telefone/Phone: +351-21 = 778 00 97 // +351-21 774 01 55 // +351-21 774 01 76
Fax: +351-21 778 32 08
Endereço = electrónico/E-mail address: lpn.natureza@lpn.pt
Página electrónica/Webpage: www.lpn.pt


Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade

Petição online.


O jogo do Esconde-Esconde

Alguém viu este cartaz em Alverca???



este certamente viram



durante o mês de Abril o executivo da Junta de Freguesia local decidiu promover em Alverca o jogo do Esconde-Esconde.
em primeiro lugar foram espalhados centenas de cartazes que anunciavam aulas de ginástica promovidas pela junta de freguesia,
à primeira vista parecia o início da caça ao voto, mas não, totalmente enganado, parece que tudo foi bem preparado por Serafina e os seus parceiros,
tratava-se de preparar fisicamente quem pretendesse participar na assembleia de freguesia, retomando os jogos tradicionais em Alverca, com o jogo do Esconde-Esconde.

as regras deste jogo consistiram em colocar na cidade de Alverca um único cartaz a anunciar a assembleia de freguesia, num local completamente aleatório, dando perferência a um sitio onde já existissem muitos outros cartazes de forma a que permitisse passar despercebido.

em toda a extensão da av. Cap.Meleças(rua das laranjeiras) contabilizei 30 cartazes da actividade lúdica e 1 cartaz da assembleia de freguesia,
nem quero pensar que o partido da maioria na Junta de Freguesia tem alguma coisa a esconder, ou será que tem mesmo alguma coisa a esconder,
será que...
... pretendem esconder o motivo de nada fazerem na defesa da população que mora na Quinta da Vala perante a situação das bombas de gasolina?
... pretendem esconder o eventual financiamento de Eduardo Rodrigues da Obriverca à CDU? (para quem não conhece a personagem aqui fica a sua apresentação)
... pretendem esconder o porquê dos terrenos da malva-rosa destinados à construção industrial terem sido transformados em terrenos habitacionais?

A gestão participativa é o modelo que o bloco defende para Alverca, é importante avaliar de forma regular a actividade do executivo da junta.
Deve existir uma preocupação na consolidação da cidadania, incentivando a participação popular bem como a participação dos próprios funcionários da junta na tomada e avaliação das decisões.
A discussão com a população deve ser usada como um importante subsídio para o debate de prioridades e metas para o futuro.


10 Dicas para poupar água

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IV Convenção do BE

A IV convenção nacional do Bloco foi um sucesso !!!

muito debate, polémica,
votações e intrepelações,
vozes concordantes e discordantes,
de forma muito civilizada e elevada foi possível expressar livremente as opinões dos delegados,
puseram-se os pontos nos iis em relação à paridade e às quotas para as mulheres,
na europa deu-se luz verde a eventuais uniões com as esquerdas sociais do velho continente,
apelou-se a todas as forças de esquerda na madeira, para que conjuntamente iniciem o processo revolucionário de derrube da ditatura Jardinista. Que o 25 de abril se estenda também à ilha do funchal!!!

no final foi eleita uma mesa nacional,
na lista encontra-se, entre muitos outros, o nome de uma representante no nosso concelho, a nossa valorosa e arrebatadora Maria José Vitorino de vila franca de xira.

para acederes à lista completa clica aqui


Legalize

em Alverca também há artistas de rua, a comprovar uma foto captada junto à antiga igreja,



aproveitando o mote fica aqui a posição do bloco em relação ao tema da Droga,
O Bloco defende :
. A legalização condicionada das chamadas drogas leves, nomeadamente dos derivados de cannabis, em nome da separação dos mercado e do combate ao tráfico ilegal.
. A despenalização do consumo de drogas ilegais, porque os toxicodependentes não podem ser considerados criminosos, nem a ostracização pela sociedade é uma alternativa à dependência e à marginalidade.

é preciso legalizar as drogas leves, não pactuando com o moralismo hipócrita de um país em que um dos maiores problemas é o álcool, mas que no entanto permanece socialmente aceite. Além disso, legalizar as drogas leves permite separar mercados, primeiro passo para uma política séria de combate à toxicodependência.


A igreja do Euro Milhões



Aí está a nova igreja de Alverca,
esta igreja parece ter sido arquitectada por algum recente totalista do euro milhões, senão vejamos:
.capacidade para meio milhar de pessoas, a antiga tinha capacidade para pouco mais de 100 pessoas...
.esperados mais de 50 mil fiéis para a inauguração, só o benfica parece competir com a nova catedral...
.40 toneladas de bronze, provavelmente quando escolheram o ouro estava esgotado...
.72 sinos, quantos vezes serão tocados os sinos à meia-noite ??? 24 ???
.torre de 47 metros de altura, o equivalente a um predio de 10 andares...

mas e quem pagará toda esta megolamania de 5 milhões de euros?

segundo o que apurei nos jornais Diário de Noticias, Correiro da Manhã e Vida Ribatejana:
.os terrenos foram cedidos pela Camara Municipal,
.o governo entra com 550.000 euros, com a proximidade das eleições nem se ousa discutir o assunto...
.a câmara mais 267.000 euros, as ETAR podem esperar...
.mais 2.000.000 de empréstimos bancários a 15 anos, isto a 3% de taxa de juro anual prefaz mais de 5000 euros por mês, espero que daqui a um ano não esteja uma tabuleta a anunciar trespasse...
.e os restantes 2.183.000 provenientes de donativos, parece que tamanha benfeitoria será compensada com a gravação do nome em cada sino que paguem.

Já agora, para quem não sabe o que fazer ao dinheiro que tem em casa, ficam aqui algumas instituições de solidariedade que provavelmente empregam o vosso dinheiro numa boa causa.

Associação Sol (telef.213625771/2): Associação de apoio às crianças infectadas pelo vírus da Sida e suas famílias.

Acreditar: Associação de pais e amigos de crianças com cancro. Tem como objectivo que as crianças com cancro tenham as mesmas oportunidades, não só de sobrevivência, mas também de conquistar a saúde psicológica e física e crescerem tormando-se adultos de pleno direito.

Casa Pia de Lisboa : Instituto público de assistência a menores, sob tutela do Ministério do Trabalho e da Solidariedade.

entre muitas outras.


Esperamos por ti

Provavelmente moras em Alverca há mais de 10 anos,
provavelmente não nasceste cá, nunca assististe a uma peça de teatro na tua cidade,
quando pretendes um pouco de lazer tens que sair de Alverca. Certamente não recomendarias a ninguém como estância de férias.

Tal como tu, existem muitos milhares de alverquenses para os quais esta terra é apenas o lugar onde estacionam o seu automóvel e onde calçam as pantufas depois de mais um dia de trabalho.

De dia para dia, parados no trânsito, apercebemo-nos que cada vez há mais betão no horizonte, menos espaços verdes, mais automóveis a circular, menos lugares no estacionamento. Alverca tem crescido bastante em número de habitantes nos últimos 30 anos, tem aumentado os seus limites urbanos, conquistando metros quadrados compulsivamente à paisagem antigamente tipificada por olivais.

Em tempos já passados, existiam salinas na margem do rio Tejo, hoje, e apesar de toda a zona ser considerada reserva ecológica a proteger, a nossa câmara prepara-se para permitir à Obriverca a construção de armazéns.

Muitos são os temas que directa ou indirectamente nos afectam, depois de anos consecutivos de uma gestão camarária preocupada apenas com a construção habitacional, têm-se contudo esquecido das questões sociais, ambientais e na nossa qualidade de vida.

O Bloco de Esquerda em Alverca conta com um número reduzido de militantes, mas com muitos simpatizantes, evidenciado nas ultimas eleições legislativas onde obtivemos na nossa cidade 9,7 %, totalizando 1 480 votos. O aumento do número de votos no Bloco a nível local tem sido significativo, representa uma mudança na atitude dos cidadãos, cada vez mais conscientes dos seus direitos e mais exigentes com aqueles que nos governam, apostando por isso numa esquerda moderna capaz de agitar a pasmaceira e quebrar com os lobbies de quem detém o poder.

O Bloco pretende ganhar um espaço de actuação em Alverca e para isso conta com a ajuda de todos os que vivem em Alverca, de Alverca ou de alguma forma sentem Alverca. O primeiro passo será abrir um espaço para a troca de ideias, sempre apoiado nos princípios orientadores do nosso movimento como sejam a solidariedade, o pluralismo e a liberdade, onde a tua opinião é importante.

Para nos contactares poderás enviar um email para be.alverca@gmail.com e também visitar o nosso lugar de divulgação e discussão em http://be-alverca.blogspot.com .


Jantar em V.F.X. com Pedro Soares

Foi em Vila Franca de Xira no dia 29 de Abril que aconteceu um jantar convívio de militantes e simpatizantes do Bloco no concelho.

Como convidado esteve o dirigente nacional do B.E., Pedro Soares.

Em discussão estiveram as próximas autárquicas de 09 de Outubro.







O Início

Bem Vindos;

Será este um dos locais, em que daremos a conhecer o nosso projecto para a Cidade de Alverca;

Porque a Cidade de Alverca merece um futuro melhor que proporcione qualidade de vida, e futuro sustentado.

fiquem atentos pois brevemente teremos notícias e, acima de tudo,

Participem; é esse um dos principios da Democracia.

o Futuro está nas nossas mãos


B.E. Alverca


 
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