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Debate sobre Tratamento de Residuos Industriais Perigosos

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Agenda Cultural

Neste espaço podera encontrar espetaculos e eventos culturais na cidade de Alverca e arredores. Toda a informação do que se passa em Alverca e quando estará aqui no Blog do Bloco de Esquerda de Alverca.

Espetaculos:


  • "Vintage Trio" - Mascara, Alverca Todas as Terças-feiras;
  • "Recover" - Mascara, Alverca. Todas as Quartas-feiras;
  • Karaoke - Mascara, Alverca. Todas as Quintas-feiras;
  • "Set" - Toma Bar, Vila Franca. Dia 2 de Junho, QUinta-feira;
  • "Set" - Mascara, Alverca. 5 de Junho Domingo.

E mais vira...


Câmara não tem politica de ambiente

"A Carta de Aalborg, o Dia da Terra e a política de ambiente no concelho de Vila Franca de Xira

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira anunciou a sua intenção de subscrever a carta de Aalborg e integrar a Rede Europeia de Cidades e Vilas Sustentáveis e entendeu, pela primeira vez, comemorar o Dia da Terra, que internacionalmente se comemora a 22 de Abril.

Tais iniciativas seriam positivas, se assentassem em mudanças reais no plano da gestão territorial e urbanística, e se a Câmara passasse a adoptar práticas quotidianas conformes aos princípios do desenvolvimento sustentável, não dependentes de calendários eleitorais nem de operações de melhoria da imagem pública.

Gostaríamos de ouvir o vereador responsável pelo recém criado Departamento de Qualidade Ambiental e Urbana criticar, por exemplo, os compromissos autárquicos assumidos para áreas extremamente sensíveis, como as salinas de Alverca. Em vez disso, ele identifica-se totalmente com a política anti-ambiental da Câmara afirmando, no âmbito das comemorações do Dia da Terra, que o problema das ocupações clandestinas e ilegais de solos agrícolas, como são os casos ocorridos em Vialonga, seriam resolvidos com o novo PDM.

Ora, estas afirmações são contraditórias com as intenções propaladas pela autarquia, denunciando, se dúvidas ainda houvesse, a incongruência entre as palavras e os actos do executivo municipal. E é inadmissível que o responsável por um Departamento que deveria pautar-se pela determinação e coragem na defesa dos princípios do desenvolvimento sustentável, tenha a pretensão de que pode legalizar-se, a posteriori, aquilo que foi ilicitamente construído e que constitui uma desautorização para o que deveriam ser as suas futuras actuações fiscalizadoras. Terá o vereador Vale Antunes consciência da gravidade das afirmações que produziu?

Com tudo isto, a mensagem que a Câmara deixa passar é a de que a ilegalidade compensa, de que o desrespeito pelas leis em vigor é admissível no nosso concelho.

Não poderíamos deixar passar esta ocasião sem denunciarmos, com toda a frontalidade, que a nova proposta de PDM é inimiga do ambiente e que, por isso, deveria ser rejeitada pelo Departamento de Qualidade Ambiental e Urbanística, porque:
* propõe extensas desafectações de solo agrícola que passam a ser áreas de armazenagem, designadamente na várzea de Vialonga;
* propõe a urbanização de áreas sensíveis, para satisfazer intenções e compromissos autárquicos já assumidos com promotores privados, apesar de os estudos reconhecerem a importância ecológica desses locais;
* não estabelece os limites da reserva ecológica nacional, facilitando o caminho a uma gestão casuística das propostas de loteamento já apresentadas (ou que venham a ser apresentadas por promotores privados) e respectivos processos de desafectação;
* duma maneira geral, não salvaguarda zonas ambientalmente sensíveis como a frente ribeirinha, nomeadamente as salinas de Alverca, que classifica como “área multiusos”;
* propõe que os três mouchões do Rio Tejo e incluídos na respectiva reserva natural, passem a zonas de vocação turística;
* propõe o aumento dos perímetros urbanos, em vez de pôr termo ao urbanismo expansionista que transformou o concelho no que ele é hoje, dificultando a regeneração urbana e incentivando um uso insustentável da viatura particular.

Uma análise atenta da realidade do concelho não permite outra constatação que não seja, assim, a de que no nosso concelho não existe política de ambiente. Com coisas como estas, onde ficam os compromissos inerentes à Carta de Aalborg? Ou a sua assinatura é apenas uma encenação sem correspondência com a realidade?

Multiplicam –se os anúncios de planos, abundam as declarações de intenções, mas a eficácia concreta de todas essas promessas é sempre reduzida.

Uma verdadeira política local de ambiente significaria que no município vilafranquense:

1. Se valorizaria o papel da cidadania
Acabando com o secretismo e a opacidade dos processos na Câmara Municipal.
Investindo na criação de instrumentos que assegurem uma real participação dos munícipes e a efectiva ponderação dos seus contributos.

2. Se daria corpo a uma política ambiental integrada
Política essa que importaria uma definição clara de objectivos e prioridades, uma articulação e integração de políticas sectoriais, uma efectiva afectação de recursos, e a implementação de um sistema de monitorização e avaliação.

3. Se conferiria sustentabilidade ao ordenamento do território e ao urbanismo
Abandonando definitivamente as velhas políticas de expansão urbanística que se arrastam desde a década de 60 do século passado e cuja continuidade só se justifica pela subordinação do poder político ao económico.
Reconhecendo que o problema central do concelho é o da sua qualificação, a qual depende do recurso à reabilitação e à renovação das áreas urbanas consolidadas, bem como da criação de espaço público.
Implementando uma visão estratégica e integrada para toda a frente ribeirinha do concelho, assente na sua valia ecológica e paisagística.

4. Se respeitaria a biodiversidade
Promovendo a classificação, como área protegida de interesse municipal, de toda a faixa ribeirinha e áreas inundáveis adjacentes, incluindo as salinas, afectando as mesmas a acções de educação ambiental e impedindo as tentativas de realização de projectos imobiliários nos mouchões do Rio Tejo e na lezíria.

5. Se defenderia o património cultural
Reconhecendo os enormes atrasos nesta matéria que é da maior importância para a consolidação de um sentimento de identidade local.

6. Se implementaria uma política de mobilidade sustentável
Incentivando a transferência dos modos de transporte individual para o transporte colectivo.

7. Se protegeria o ambiente acústico
Implementando uma carta municipal de ruído que se aguarda há vários anos e impedindo usos sensíveis (habitação, escolas, etc.)em zonas ruidosas, como acontece por todo o concelho.

8. Se adoptaria uma política integrada de gestão dos resíduos
Desencadeando programas de sensibilização para minimizar o volume do lixo gerado e promovendo a reutilização e reciclagem dos lixos.

9. Se adoptaria uma política integrada de gestão da água
Promovendo programas para o uso sustentável da água, reduzindo perdas e usos não controlados e revendo as políticas de paisagismo no sentido de evitar desperdícios (ex: repuxos nas rotundas) dum bem escasso e estratégico.

10. Se adoptaria uma política de valorização paisagística
Requalificando as áreas degradadas, com destaque para as área industriais obsoletas e abandonadas na faixa ribeirinha e as pedreiras, valorizando o potencial paisagístico que constitui um verdadeiro património colectivo do concelho, e estabelecendo uma política de enquadramento paisagístico sustentável, com prioridade às tipologias de uso e às soluções que não envolvam desperdício de recursos naturais, como a água.

Não vemos nada disto na prática e, por isso, denunciamos a situação aos organismos responsáveis pela Carta de Aalborg e Rede Europeia de Cidades e Vilas Sustentáveis, pedindo-lhes que condicionem a adesão da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira à verificação do efectivo cumprimento duma verdadeira política de ambiente."


Texto da autoria de :
Xiradania – Movimento de Cidadania Vilafranquense


Armazéns ameaçam espaço natural - Salinas de Alverca, a última oportunidade

O texto que segue abaixo foi retirado na sua integra de young reporters for the environment
O bloco esquerda de Alverca junta-se à luta de retomar as salinas ao seu verdadeiro dono, O POVO.
Pena que os nossos governantes locais se demitam de defender os interesses daqueles que era suposto representarem e, ao contrário disso, são os mariores alidados dos lobbies do betão instalado na cidade.

"As Salinas de Alverca não estão classificadas como “área protegida” e, por isso, estão em risco. O proprietário – a empresa Obriverca – tem planos para ali erguer armazéns, mas os ambientalistas contrapõem com a conservação da fauna e flora ali existentes.

As Salinas de Alverca, embora há muito desactivadas e até vandalizadas, mantêm a sua importância ambiental e natural nesta localidade, uma vez que as zonas húmidas são de grande interesse para a conservação da natureza e constituem um suporte da vida animal.
Constituídas por diversos tanques, na margem direita do rio Tejo, as salinas apresentam um ecossistema importante no concelho de Vila Franca de Xira, com diversos habitats: salinas, sapal e campos agrícolas. Aqui coabitam 150 espécies de diferentes aves como o pernilonga, pato-de-bico-vermelho, garça-pequena, alfaiate, flamingo, galinha-d’água, mergulhão-pequeno, entre outros. Verifica-se ainda a presença de aves migratórias (que efectuam percursos entre o norte da Europa e o norte de África), confirmando-se assim a importância das Salinas de Alverca não só a nível nacional como internacional.
No entanto, este espaço natural de elevada importância ainda não está classificado, nomeadamente como “área protegida de interesse municipal/local”, como defende o presidente do Xiradania (Movimento de Cidadania Vilafranquense), o advogado e ambientalista Fernando Neves de Carvalho.
A presidente da Junta de Freguesia de Alverca, Serafina Rodrigues, afirma que o facto desta área ser propriedade privada – da empresa Obriverca, com quem não conseguimos falar após insistentes contactos – dificulta a intervenção do poder local: “Nem nós nem a Câmara pode mexer naquilo que não è nosso, aquilo tem dono.”
Adelaide Ferreira, professora de ciências da natureza na escola Pedro Jacques de Magalhães, afirma, no entanto, que “não tem havido interesse político em preservar as salinas”. Neves de Carvalho vai mais longe e constata que “a Câmara poderia pedir um subsídio à União Europeia para a preservação das salinas, mas não o faz”.
Segundo Neves de Carvalho, também membro da ADAPA (Associação de Defesa do Ambiente e Património de Alverca), aquela zona daria “uma excelente área pedagógica visando o lazer/aprendizagem”. No entanto, estas intenções esbarram com o facto do proprietário querer lá construir armazéns.
Outro problema que se levanta à possível construção neste espaço natural tem a ver com o facto desta estar em zona de leito de cheia, logo, diminui a impermeabilização dos solos e poderá aumentar o risco de cheias em Alverca, nomeadamente na rua da Estação.
Num universo total de 60 pessoas entrevistadas num inquérito dos JRA, que disseram conhecer as salinas, praticamente todas disseram querem lá ver “um parque de lazer, onde se continuassem a preservar as espécies”. Neste inquérito, quase todos discordam do estado actual das Salinas de Alverca, antigamente uma zona frequentada pelos seus habitantes.
Esta é talvez a última oportunidade de Alverca vir a ter uma ligação natural ao rio e preservar a sua paisagem ambiental."


esta peça de jornalismo foi da autoria de :
Vanessa Bileú e Vanessa Miranda


Debate no Forte da Casa

Debate organizado pela Associação Cívica OS AMIGOS DO FORTE sob o tema de "O FORTE DA CASA E O FUTURO - Gestão urbanística e qualidade de vida" na 6ª Feira 20 de Maio às 21 horas na Casa da Juventude, B.º do PER Loja 1.
Com:
Pedro Homem de Gouveia Urbanista e membro do Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos, Fernando Neves de Carvalho Dirigente do XIRADANIA e membro da ADAPA, Rui Martins Representante da organização local do PS, José Seabra Dirigente da organização local da CDU, Mário Cardoso Dirigente da organização local do PSD, Eduardo Vicente Dirigente d’Os Amigos do Forte
Moderação: José Capucha


Ajuda de Berço

A vida foi feita para amarmos e sermos amados! Por este motivo, devemos decidir resolutamente que, nunca mais, nenhuma criança seja objecto de rejeição e de desamor!

Madre Teresa de Calcutá


A Ajuda de Berço é uma Associação de Solidariedade Social, que acolhe crianças em situação de risco, entre os 0 e os 3 anos. Para além dos profissionais que diariamente dão resposta às necessidades destas crianças, existe uma equipa de voluntários que disponibilizam algum do seu tempo a cuidar, a dar colinho e muito carinho a todas elas.
Idealmente estas crianças permaneceriam na instituição por um curto periodo de tempo, até as suas familias biológicas criarem condições para as receberem de volta, ou, noutros casos, se criarem condições para serem adoptadas.
Mas, na realidade, muitas acabam por saltitar de instituição em instituição, à medida que vão crescendo. A vida destas crianças está marcada por maus tratos, violência fisíca, abusos sexuais, abandono, pais alcoolicos ou toxicodependentes, mães prostitutas. As marcas são bem visíveis, quer as fisícas, quer as psicológicas.
Estas crianças são filhos e filhas de todos nós, e merecem um futuro, um futuro digno.
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São Nobre Guedes


Concelho de Vila Franca imigrante

"Os Censos 2001, referiam que a população estrangeira residente em Vila Franca de Xira era de 4321 pessoas, que era maioritariamente masculina e que se ocupava na indústria e na construção, segundo um estudo de caracterização das comunidades imigrantes do concelho, elaborado pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento. O estudo foi coordenado por Fernando Marques da Costa, no âmbito do projecto EQUAL - Igualdade e Cidadania.
O estudo refere que a concentração dos imigrantes é assim distribuída: 2/3- Alverca do Ribatejo, os restantes distribuem-se em Vialonga, Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa e Vila Franca de Xira.
A maioria é proveniente de : 27%-Cabo Verde, 23%-Angola, 13%-Guiné, 12%-Brasil, 7 %-Europa de Leste
Segundo o estudo, «as atitudes positivas face aos imigrantes são mais pronunciadas nos aspectos sociais (acesso à saúde, estudos), moderadas no acesso à habitação e menos generosas nas oportunidades de trabalho e progressão na carreira».
Cidadãos indianos e de Leste recolhem as opiniões mais favoráveis; os cidadãos africanos são mais conhecidos através dos locais públicos do que a nível de vizinhança ou em situação de trabalho, enquanto os brasileiros são vistos como «simpáticos, mas virtuais competidores no mercado de trabalho»; a comunidade cigana permanece a mais ignorada. Outro dado prende-se com o escasso contacto entre população local e imigrante: «Os locais de residência são distintos e só se cruzam em espaços de mercado ou comércio.» No entanto, referem os autores, «não se vive uma tensão interétnica»."

in
http://vfxira.blogs.sapo.pt/
(O estudo não refere chineses)

O bloco apresentou no dia 18 de Março de 2005 um Projecto Lei da Nacionalidade.
A presente lei portuguesa é uma lei descriminatória, impossibilitando a obtenção de nacionalidade portuguesa de forma directa aos nascidos no nosso país e dificultando o acesso à autorização de residência aos imigrantes.
Em termos práticos, um imigrante oriundo da Ucrânia, portador de autorização de permanência (mas não de residencia), só poderá obter cidadania portuguesa
após quinze anos, no mínimo, de residência em Portugal. Um imigrante oriundo de
Angola, portador de autorização de permanência, só poderá obter cidadania
portuguesa após onze anos, no mínimo, de residência em Portugal.

Contra isto o bloco pretende alterar a presente lei portuguesa nos seguintes pontos :
· Reconhecimento automático da nacionalidade portuguesa a todos os
indivíduos nascidos em Portugal, mesmo que filhos de estrangeiros;
· Equiparação da união de facto ao casamento para efeitos de aquisição de
nacionalidade por efeito de vontade;
· Definição dos requisitos para aquisição da nacionalidade portuguesa por
naturalização apenas em função de critérios de número de anos de
residência e de conhecimento da língua portuguesa. Anulação de
mecanismos de discriminação em função do país de origem.
A proposta do BE para alteração da lei da nacionalidade pode ser descarregada aqui.


Debate "Grandes Barragens - Mecanismos de Financiamento e Impactos Ambientais"

A LPN, Euronatura, Quercus e Amnistia Internacional-secção portuguesa, em representação do Projecto ECA Iberia, têm o prazer de convidar V. Exa. para o Debate "Grandes Barragens - Mecanismos de Financiamento e Impactos Ambientais", que terá lugar no Anfieatro 1B-Edifício VII da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (Monte da Caparica), no dia 17 de Maio de 2005, às 15h30.

A entrada é gratutita com inscrição prévia para lpn.natureza@lpn.pt ou 21 778 00 97.

LPN-Liga para a Protecção da Natureza
Sede Nacional/Main Office
Estrada do = Calhariz de Benfica, 187
1500-124 Lisboa
Portugal
Telefone/Phone: +351-21 = 778 00 97 // +351-21 774 01 55 // +351-21 774 01 76
Fax: +351-21 778 32 08
Endereço = electrónico/E-mail address: lpn.natureza@lpn.pt
Página electrónica/Webpage: www.lpn.pt


Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade

Petição online.


O jogo do Esconde-Esconde

Alguém viu este cartaz em Alverca???



este certamente viram



durante o mês de Abril o executivo da Junta de Freguesia local decidiu promover em Alverca o jogo do Esconde-Esconde.
em primeiro lugar foram espalhados centenas de cartazes que anunciavam aulas de ginástica promovidas pela junta de freguesia,
à primeira vista parecia o início da caça ao voto, mas não, totalmente enganado, parece que tudo foi bem preparado por Serafina e os seus parceiros,
tratava-se de preparar fisicamente quem pretendesse participar na assembleia de freguesia, retomando os jogos tradicionais em Alverca, com o jogo do Esconde-Esconde.

as regras deste jogo consistiram em colocar na cidade de Alverca um único cartaz a anunciar a assembleia de freguesia, num local completamente aleatório, dando perferência a um sitio onde já existissem muitos outros cartazes de forma a que permitisse passar despercebido.

em toda a extensão da av. Cap.Meleças(rua das laranjeiras) contabilizei 30 cartazes da actividade lúdica e 1 cartaz da assembleia de freguesia,
nem quero pensar que o partido da maioria na Junta de Freguesia tem alguma coisa a esconder, ou será que tem mesmo alguma coisa a esconder,
será que...
... pretendem esconder o motivo de nada fazerem na defesa da população que mora na Quinta da Vala perante a situação das bombas de gasolina?
... pretendem esconder o eventual financiamento de Eduardo Rodrigues da Obriverca à CDU? (para quem não conhece a personagem aqui fica a sua apresentação)
... pretendem esconder o porquê dos terrenos da malva-rosa destinados à construção industrial terem sido transformados em terrenos habitacionais?

A gestão participativa é o modelo que o bloco defende para Alverca, é importante avaliar de forma regular a actividade do executivo da junta.
Deve existir uma preocupação na consolidação da cidadania, incentivando a participação popular bem como a participação dos próprios funcionários da junta na tomada e avaliação das decisões.
A discussão com a população deve ser usada como um importante subsídio para o debate de prioridades e metas para o futuro.


10 Dicas para poupar água

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IV Convenção do BE

A IV convenção nacional do Bloco foi um sucesso !!!

muito debate, polémica,
votações e intrepelações,
vozes concordantes e discordantes,
de forma muito civilizada e elevada foi possível expressar livremente as opinões dos delegados,
puseram-se os pontos nos iis em relação à paridade e às quotas para as mulheres,
na europa deu-se luz verde a eventuais uniões com as esquerdas sociais do velho continente,
apelou-se a todas as forças de esquerda na madeira, para que conjuntamente iniciem o processo revolucionário de derrube da ditatura Jardinista. Que o 25 de abril se estenda também à ilha do funchal!!!

no final foi eleita uma mesa nacional,
na lista encontra-se, entre muitos outros, o nome de uma representante no nosso concelho, a nossa valorosa e arrebatadora Maria José Vitorino de vila franca de xira.

para acederes à lista completa clica aqui


Legalize

em Alverca também há artistas de rua, a comprovar uma foto captada junto à antiga igreja,



aproveitando o mote fica aqui a posição do bloco em relação ao tema da Droga,
O Bloco defende :
. A legalização condicionada das chamadas drogas leves, nomeadamente dos derivados de cannabis, em nome da separação dos mercado e do combate ao tráfico ilegal.
. A despenalização do consumo de drogas ilegais, porque os toxicodependentes não podem ser considerados criminosos, nem a ostracização pela sociedade é uma alternativa à dependência e à marginalidade.

é preciso legalizar as drogas leves, não pactuando com o moralismo hipócrita de um país em que um dos maiores problemas é o álcool, mas que no entanto permanece socialmente aceite. Além disso, legalizar as drogas leves permite separar mercados, primeiro passo para uma política séria de combate à toxicodependência.


A igreja do Euro Milhões



Aí está a nova igreja de Alverca,
esta igreja parece ter sido arquitectada por algum recente totalista do euro milhões, senão vejamos:
.capacidade para meio milhar de pessoas, a antiga tinha capacidade para pouco mais de 100 pessoas...
.esperados mais de 50 mil fiéis para a inauguração, só o benfica parece competir com a nova catedral...
.40 toneladas de bronze, provavelmente quando escolheram o ouro estava esgotado...
.72 sinos, quantos vezes serão tocados os sinos à meia-noite ??? 24 ???
.torre de 47 metros de altura, o equivalente a um predio de 10 andares...

mas e quem pagará toda esta megolamania de 5 milhões de euros?

segundo o que apurei nos jornais Diário de Noticias, Correiro da Manhã e Vida Ribatejana:
.os terrenos foram cedidos pela Camara Municipal,
.o governo entra com 550.000 euros, com a proximidade das eleições nem se ousa discutir o assunto...
.a câmara mais 267.000 euros, as ETAR podem esperar...
.mais 2.000.000 de empréstimos bancários a 15 anos, isto a 3% de taxa de juro anual prefaz mais de 5000 euros por mês, espero que daqui a um ano não esteja uma tabuleta a anunciar trespasse...
.e os restantes 2.183.000 provenientes de donativos, parece que tamanha benfeitoria será compensada com a gravação do nome em cada sino que paguem.

Já agora, para quem não sabe o que fazer ao dinheiro que tem em casa, ficam aqui algumas instituições de solidariedade que provavelmente empregam o vosso dinheiro numa boa causa.

Associação Sol (telef.213625771/2): Associação de apoio às crianças infectadas pelo vírus da Sida e suas famílias.

Acreditar: Associação de pais e amigos de crianças com cancro. Tem como objectivo que as crianças com cancro tenham as mesmas oportunidades, não só de sobrevivência, mas também de conquistar a saúde psicológica e física e crescerem tormando-se adultos de pleno direito.

Casa Pia de Lisboa : Instituto público de assistência a menores, sob tutela do Ministério do Trabalho e da Solidariedade.

entre muitas outras.


Esperamos por ti

Provavelmente moras em Alverca há mais de 10 anos,
provavelmente não nasceste cá, nunca assististe a uma peça de teatro na tua cidade,
quando pretendes um pouco de lazer tens que sair de Alverca. Certamente não recomendarias a ninguém como estância de férias.

Tal como tu, existem muitos milhares de alverquenses para os quais esta terra é apenas o lugar onde estacionam o seu automóvel e onde calçam as pantufas depois de mais um dia de trabalho.

De dia para dia, parados no trânsito, apercebemo-nos que cada vez há mais betão no horizonte, menos espaços verdes, mais automóveis a circular, menos lugares no estacionamento. Alverca tem crescido bastante em número de habitantes nos últimos 30 anos, tem aumentado os seus limites urbanos, conquistando metros quadrados compulsivamente à paisagem antigamente tipificada por olivais.

Em tempos já passados, existiam salinas na margem do rio Tejo, hoje, e apesar de toda a zona ser considerada reserva ecológica a proteger, a nossa câmara prepara-se para permitir à Obriverca a construção de armazéns.

Muitos são os temas que directa ou indirectamente nos afectam, depois de anos consecutivos de uma gestão camarária preocupada apenas com a construção habitacional, têm-se contudo esquecido das questões sociais, ambientais e na nossa qualidade de vida.

O Bloco de Esquerda em Alverca conta com um número reduzido de militantes, mas com muitos simpatizantes, evidenciado nas ultimas eleições legislativas onde obtivemos na nossa cidade 9,7 %, totalizando 1 480 votos. O aumento do número de votos no Bloco a nível local tem sido significativo, representa uma mudança na atitude dos cidadãos, cada vez mais conscientes dos seus direitos e mais exigentes com aqueles que nos governam, apostando por isso numa esquerda moderna capaz de agitar a pasmaceira e quebrar com os lobbies de quem detém o poder.

O Bloco pretende ganhar um espaço de actuação em Alverca e para isso conta com a ajuda de todos os que vivem em Alverca, de Alverca ou de alguma forma sentem Alverca. O primeiro passo será abrir um espaço para a troca de ideias, sempre apoiado nos princípios orientadores do nosso movimento como sejam a solidariedade, o pluralismo e a liberdade, onde a tua opinião é importante.

Para nos contactares poderás enviar um email para be.alverca@gmail.com e também visitar o nosso lugar de divulgação e discussão em http://be-alverca.blogspot.com .


 
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